CONSTRUÇÃO. Uma proposta de arquitetura aliada à sustentabilidade, necessária ao equilíbrio do ambiente

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A arquitetura sustentável não precisa ser apenas incluída em projetos novos, mas também em todo e qualquer tipo de construção

Por VALÉRIA AUZANI (com foto de Reprodução/FreePik), Especial para o Site (*)

Dia 22 de abril foi comemorado o Dia da Terra, e na sequência, em 17 de maio, foi o Dia Mundial da Reciclagem. E em 5 de junho é lembrado o Dia Mundial do Meio Ambiente.  Datas próximas que servem para reflexão, mas também para desenvolver uma mente conscientizada sobre o tema. Uma das áreas que vem se destacando quando se trata de sustentabilidade é a arquitetura.

Cada vez mais as pessoas estão à procura de projetos arquitetônicos que causem menos impacto ao meio ambiente. De acordo com dados do Green Building Council Brasil (CBC), o Brasil é o quarto país com mais obras certificadas por sustentabilidade. Na frente estão os Estados Unidos, China e os Emirados Árabes. Portanto, é notório que a responsabilidade em relação à sustentabilidade tem crescido.

A diferença entre projetos convencionais e projetos arquitetônicos sustentáveis ocorre na busca por utilização de fontes de energia renovável, como a eólica e a solar, além da utilização de materiais de baixo impacto ambiental e materiais recicláveis, por exemplo. Mas é necessário muito mais do que isso. O planejamento é imprescindível.

“A arquitetura sustentável é avaliar todas as fases do projeto até sua execução. Isso significa compreender o local de inserção da edificação, isto é, análise do terreno, análise do clima local, análise dos usuários e dos horários de uso, programa de necessidades, a forma e função do edifício, os materiais construtivos (entender o ciclo de vida dos materiais), a tecnologia construtiva empregada, mão de obra disponível, captação da água da chuva e reutilização de água”, como explica o arquiteto santa-mariense Eudes Vinicius.

A responsabilidade nos projetos em relação ao meio ambiente deve ser tanto da pessoa que deseja realizar uma obra, quanto do profissional. “Quando o Arquiteto compreende que a construção é uma das principais fontes de degradação dos recursos ambientais, torna-se evidente sua preocupação com a melhoria da qualidade das edificações, considerando significativamente aspectos de eficiência energética e de conforto ambiental”, argumenta o profissional.

Com todos esses princípios utilizados para desenvolver um projeto sustentável, constrói-se com impacto mínimo e não deixa de ser eficiente, elegante, confortável. É um fim necessário para o equilíbrio ambiental.

Em Santa Maria, há várias empresas que tem essa preocupação. E uma delas é exatamente a que tem o arquiteto Eudes Vinicius: a Attitude – Arquitetura Sustentável. Apesar de ser nova no mercado, o intuito é trabalhar no desenvolvimento de projetos que almejam a eficiência energética e sustentabilidade das edificações.

(*) Valéria Auzani é acadêmica de Jornalismo da Universidade Franciscana e faz seu “estágio supervisionado” no site



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