OBSERVATÓRIO. Já faz muito tempo, mas Schirmer mandava e não pedia explicações, no PMDB de SM
Não custa lembrar
Em 14 de dezembro de 2002:
“Apenas um porta-voz – Cezar Schirmer decidiu assumir seu papel de presidente estadual do PMDB, ou, por outra, se obrigou a dar um “carteiraço”. Tudo na tentativa de acabar com as disputas de beleza na seção santa-mariense do Partido. Quarta-feira, o deputado desautorizou qualquer pessoa a falar em nome da sigla, no que se refere ao preenchimento de cargos. E mais: afirmou não ter porta-voz no município. O curioso é que Schirmer estava em Brasília e mandou o recado através do assessor José Hundertmarker, que se encarregou de transmitir a notícia à imprensa.”
Hoje:
Talvez seja a fadiga dos metais. Quem sabe desinteresse. Há quem aposte, sobretudo, nessa última hipótese. No entanto, há pelo menos dois anos, Cezar Schirmer não é mais uma unanimidade dentro do PMDB de Santa Maria. Aliás, os principais cargos diretivos estão nas mãos de militantes que o prefeito preferia estivessem na periferia da agremiação. Bem diferente, claro, do que há 11 anos, como atestava a nota publicada pela coluna. Mas há uma circunstância absolutamente diversa daquela. Hoje Schirmer tem a caneta à disposição. E (mais que o partido?) esse é o seu poder.





O assessor que tem a chave do Palacete? Faz o mate, e vai embora às 10 para casa, tem que cuidar de outros “interesses”. Parece que o filho está ajudando na campanha do Tiago Simon, filho sabem de quem, não? Vejam as voltas do poder: em 2002 dava recado à imprensa, hoje faz mate no gabinete! Evolução!!
O nosso excelentíssimo prefeito está nitidamente tentando se “levantar” a qualquer custo. E as novidades apresentadas agora já são velhas na imprensa.
Concordo que a sua arrogância o condenaram na cidade e no partido.
O prefeito achou que tinha toda essa moral, porém no decorrer dos anos, provou-se a arrogância, petulância entre outros adjetivos que o levaram ao total descredito e desprezo pelos moradores da cidade.
Nítido que a cidade encontra-se naufragando como o trágico TITANIC.
No final quem pagará as contas será os contribuintes, que votaram acreditando e confiando nessa administração que não fazia jus ao merecido.