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UFSM. Debate sobre corte orçamentário deste ano agora será em audiência na Câmara de Vereadores

Instituição perde R$ 9,3 milhões e tema será discutido em reunião pública

O corte no orçamento da UFSM já foi tema de audiência, semana passada, no Campus (Foto Mirella Joels/Divulgação/UFSM)

Por Fritz R. Nunes / Da Assessoria de Imprensa da Seção Sindical dos Docentes da UFSM (Sedufsm)

Na próxima segunda, 20 de junho, às 18h, ocorre uma Reunião Pública na Câmara de Vereadores de Santa Maria para tratar dos cortes orçamentários na UFSM. A atividade, na qual estão envolvidas Sedufsm, Assufsm, Sinasefe, Atens, DCE, Associação de Pós-Graduandos (APG) e a própria reitoria da instituição, faz parte do processo de mobilização contra mais esse ataque do governo federal, que vai inviabilizar o ensino, a pesquisa e a extensão.

A reunião de segunda-feira foi articulada durante encontro da diretoria da Sedufsm e a presidência da Câmara, no último dia 6 de junho. O objetivo principal é debater com a comunidade os impactos dos cortes que o governo vem efetuando. Em 27 de maio, o valor que seria seccionado atingia 1 bilhão de reais, sendo que somente para a UFSM alcançava 18 milhões de reais. Posteriormente, após muita pressão, o Executivo federal acabou reduzindo o corte, sendo que para a UFSM, o valor subtraído, ainda assim, atinge 9 milhões de reais.

Caso o governo federal não reveja os cortes, a gestão da universidade, que já tem cortado em todas as áreas, terá de reduzir drasticamente o investimento e promover cortes ainda mais severos em postos terceirizados, despesas de custeio, inclusive em um espaço central para a permanência das e dos estudantes: o Restaurante Universitário (RU).

A falta de verba já se desenrola há vários anos, tendo como uma de suas principais causas, a Emenda Constitucional (EC) 95, responsável por estabelecer um teto de gastos e, na prática, congelar os investimentos públicos por 20 anos. Para 2022, a comunidade da UFSM aguardava um orçamento de R$ 164,79 milhões para dar sequência às suas atividades. Contudo, só foram liberados R$ 129, 47 milhões, o que significa que a universidade, em 2022, ficou com cerca de R$ 35 milhões a menos.

Um dos primeiros atos dessa mobilização conjunta para tentar reverter os cortes ocorreu na quinta, 9 de junho, pela manhã, quando o tema foi abordado em AUDIÊNCIA_PÚBLICA chamada pela UFSM.

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