ATO PÚBLICO. Manifestação pelos cinco “nãos” vai marcar o “1º de Maio” nesta quinta em Santa Maria
Rejeição à reforma da previdência proposta pelo município é um dos motivos
Por Bruna Homrich (com Arte de Divulgação) / Da Assessoria de Imprensa da Sedufsm

A rejeição das e dos servidores públicos municipais à reforma da Previdência proposta pelo governo de Rodrigo Decimo (PSDB) está no bojo de reivindicações do ato desta quinta-feira, 1º de Maio, Dia do Trabalhador e da Trabalhadora, em Santa Maria.
A manifestação está marcada para iniciar às 9h30, na Praça Saldanha Marinho, onde deverão ocorrer, além das intervenções políticas, atividades culturais e serviços de atendimento à saúde da população, realizados por servidores e servidoras.
Há cinco ‘nãos’ principais que motivam o ato desta quinta. Além da rejeição à reforma da Previdência, rejeita-se a privatização da educação e os ataques desferidos pelo governo de Eduardo Leite (PSDB); a escala de trabalho 6×1 (seis dias de trabalho e um de folga); a precarização das e dos trabalhadores de aplicativos e a Corsan/Aegea.
A Sedufsm é uma das organizadoras da manifestação, junto aos demais sindicatos e entidades que compõem o Fórum de Lutas em Defesa do Serviço Público.
PARA LER NO ORIGINAL, CLIQUE AQUI.





ATENÇÃO
1) Sua opinião é importante. Opine! Mas, atenção: respeite as opiniões dos outros, quaisquer que sejam.
2) Fique no tema proposto pelo post, e argumente em torno dele.
3) Ofensas são terminantemente proibidas. Inclusive em relação aos autores do texto comentado, o que inclui o editor.
4) Não se utilize de letras maiúsculas (CAIXA ALTA). No mundo virtual, isso é grito. E grito não é argumento. Nunca.
5) Não esqueça: você tem responsabilidade legal pelo que escrever. Mesmo anônimo (o que o editor aceita), seu IP é identificado. E, portanto, uma ordem JUDICIAL pode obrigar o editor a divulgá-lo. Assim, comentários considerados inadequados serão vetados.
OBSERVAÇÃO FINAL:
A CP & S Comunicações Ltda é a proprietária do site. É uma empresa privada. Não é, portanto, concessão pública e, assim, tem direito legal e absoluto para aceitar ou rejeitar comentários.