Não custa lembrar.Vira-casaca manteve mandato na Justiça, mas o perdeu no voto popular
Confira a seguir nota que publiquei na madrugada de 11 de outubro de 2007, uma quinta-feira:
Sob ameaça. 5% dos vereadores, inclusive Isaias Romero, viraram a casaca após 27 de março
Em 27 de março, por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral, atendendo consulta do PSL (Partido Social Liberal), respondeu emitindo uma resolução segundo a qual o mandato é da agremiação, e não do candidato. Em 3 de outubro, ao julgar mandado de segurança interposto por DEM, PSDB e PPS, o Supremo Tribunal Federal, a maior instância judiciária do País, decidiu, por maioria de votos, que a resolução tem força para fazer perder o mandato todos os eleitos em votação proporcional (vereadores e deputados estaduais, distritais e federais) que trocaram de partido depois da resolução expedida pelo TSE.
Temos, aí, um interregno de seis meses e alguns dias. Convenhamos, tempo suficiente para que a situação fosse devidamente digerida. Assim, cá entre nós, só pode ser considerado um escárnio (ou temeridade, na melhor hipótese) o fato de, nesse período, nada menos que 2.500 edis municipais (no mínimo, pois há quem sustente que tenham sido 3 mil) tenham se bandeado para outra sigla, depois da resolução do Tribunal Superior Eleitoral.
Há, também, outras possibilidades: a convicção ideológica abalada. Ou que nome tenha. Perseguição política interna. Ou o popular razões de foro íntimo. A segunda delas, aliás, tende a ser a adotada pelo santa-mariense Isaias Romero, que se mandou do PDT e...
Para ler a íntegra, acesse aqui.
PASSADO EXATAMENTE UM ANO, tem-se que Isaias do Amaral Romero conseguiu se safar bem da cassação jurídica, depois de o PDT reivindicar a cadeira que ele ocupa na Câmara de Vereadores. Na eleição do último domingo, porém, ainda que tenha ampliado a própria votação, o eleitorado tornou-o apenas segundo suplente da coligação PP/PMDB.





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