DONA JUSTA. Supremo está cheio das excelências à espera de julgamento que não sai
Um de cada cinco parlamentares brasileiros tem algum rolo com a Justiça. Isso vale para deputados federais e senadores – que têm foro privilegiado. Isto é, seu julgamento é feito pelo Supremo Tribunal Federal. Mas, como resolver isso, no meio de tantos outros processos?
É do que trata reportagem publicada na última semana, pela revista Época e na qual é baseado o texto elucidativo, editado pelo ótimo Espaço Vital, sítio especializado em questões jurídicas. Dá uma conferida, a seguir:
“O Supremo entupido de excelências
O deputado Paulo Maluf (PP-SP) deverá saber, nos próximos dias, se vai virar, mais uma vez, réu. O ministro Ricardo Lewandowski, do STF, decidirá se há provas suficientes para processar Maluf por lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Durante sua última gestão como prefeito de São Paulo (1992/96).
Maluf foi acusado de desviar recursos públicos da construção da Avenida Água Espraiada para contas bancárias em paraísos fiscais. Desde 2007, quando Maluf assumiu como deputado, o caso está no Supremo. Enquanto os prazos correm, o político exerce tranquilamente seu mandato na Câmara, em Brasília.
Este é um dos destaques da edição da semana passada da revista Época, em minuciosa reportagem escrita pelos jornalistas Leandro Loyola e Marcelo Rocha.
Eles resumem um levantamento feito em maio pelo saite Congresso em Foco: ao todo, 115 deputados e 22 senadores são alvo de 87 ações penais e 210 inquéritos. Alguns deles…”





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