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COLUNA OBSERVATÓRIO. E o Congresso aprovou leis que levaram à mudança nas campanhas eleitorais

Não custa lembrar

Em 11 de fevereiro de 2006:

“Campanha mais que recatada – A Câmara dos Deputados discute e aprova, na próxima semana, o projeto de lei (se houver alguma mudança, ele ainda voltará ao Senado, de onde veio) que disciplina as campanhas eleitorais. Memso que alguma mudança possa haver, certamente uma série de restrições será decidida já para o pleito deste ano.

Ficarão proibidos (atenção, ainda não há decisão, mas forte tendência) todos os brindes habitualmente usados. Entre eles, os chaveirinhos, camisetas, lápis e bonés. Também serão expulsos das campanhas os showsmícios, carros de som e telemarketing. Ah, e os outdoors – exceto para candidaturas a senador, governador e presidente…”

Hoje:

Naquele semestre ainda, decorridos exatos seis anos e meio, os congressistas tornariam lei o que era, então, só especulação. O fato é que mudou muito, e muito mesmo, o jeito de fazer campanha. Ainda é preciso esperar algum tempo (a história recomenda) para avaliação mais precisa. Porém, algumas observações já podem ser feitas.

Uma delas é que o fim dos brindes, embora alguns digam que pode ter significado um acréscimo de custo (outras formas, permitidas, seriam mais caras), não há dúvida que a compra direta do voto ficou beeem mais complicada. Bueno, e os carros de som ainda permanecem. Com todo o risco que isso acarreta – para os candidatos, bem entendido.

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