CidadaniaIgrejaInfância

CIDADANIA. Pastoral da Criança atende 3,5 mil menores de seis anos, na região central do Estado

Darina e Marilene: trabalho gratificante com crianças de Mata. Uma coordena. Outra é cuidadora
Darina e Marilene: trabalho gratificante com crianças de Mata. Uma coordena. Outra é cuidadora

Pouca gente conhece o trabalho, por sinal muito interessante e que beneficia um punhado grandão de menores, da Pastoral da Criança. Mas, afinal, o que é isso, de onde vem e o que faz, especialmente em Santa Maria e região?

Aliás, o foco do material abaixo é aqui, mas a Pastoral desenvolve trabalho nacional bastante reconhecido, como voce pode conferir na reportagem, com texto e foto, de Maiquel Rosauro. Acompanhe:

Pastoral da Criança acompanha mais de 3 mil crianças na região

Você já deve ter ouvido falar na Pastoral da Criança. Mas sabe o que é? Como funciona? Quem atende? Pois saiba que na região de Santa Maria a entidade está presente em 21 municípios e acompanha 3.488 crianças menores de seis anos, sendo que 23% destes pequenos são provenientes de famílias pobres.

A Pastoral da Criança, organismo de Ação Social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), vinculada à Comissão Episcopal para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz, tem como objetivo a promoção do desenvolvimento integral de crianças entre zero e seis anos de idade no ambiente familiar. Possui atuação em caráter ecumênico, atendendo pessoas de todos os credos e etnias, sobretudo, nas periferias das grandes cidades e nos bolsões de pobreza dos pequenos e médios municípios brasileiros, tanto no meio urbano quanto rural.

O acompanhamento das crianças é realizado por voluntários, que são chamados de líderes. Estes são capacitados pela Pastoral da Criança de cada diocese. Na região de Santa Maria, há 386 líderes comunitários que atuam em 169 comunidades. 

– Os líderes recebem capacitação básica em saúde, nutrição, educação e cidadania. Geralmente, o curso de capacitação leva cerca de dois a três meses – explica o coordenador arquidiocesano da Pastoral da Criança, Sérgio Derli Menezes Helmuth.

Os líderes atuam na própria comunidade, normalmente, atendendo famílias as quais já conhecem. São realizadas visitas domiciliares mensais, momento em que o voluntário partilha conhecimentos e experiências sobre nutrição, higiene, cidadania, gestação, prevenção de doenças, educação infantil, entre outros assuntos. Também são transmitidas orientações sobre direitos e deveres, a fim de ajudar a prevenir a violência doméstica.

Qualquer pessoa pode fazer parte da Pastoral da Criança, independente de classe social, raça, cor, religião ou preferência político-partidária. Todavia, a Arquidiocese encontra dificuldade em encontrar novos voluntários para realizar esse trabalho.

Conforme a aposentada Darina Ferreira da Silva, uma das coordenadoras da Pastoral da Criança no município de Mata, o trabalho realizado junto às famílias é gratificante.

– Nós precisamos de novos líderes comunitários. As pessoas até querem trabalhar, mas não querem o compromisso. Este é um trabalho missionário que nos encoraja a seguir em frente, principalmente, quando encontramos crianças desnutridas que precisam de acompanhamento – argumenta Darina.

Compartilha com esse entendimento a cuidadora de bebês e vizinha de Darina, Marilene Krauspenhar. Segundo ela, o conhecimento levado acompanhará as famílias por toda a vida.

– Em uma das atividades que participei ensinamos as crianças a escovar os dentes de forma correta. A questão da higiene também foi trabalhada – avalia Marilene.

Mais informações sobre a Pastoral da Criança podem ser obtidas no Centro Diocesano de Pastoral, Rua Professor Braga, 108, Centro de Santa Maria, e também pelos fones (55) 3028-3842 ou (55) 9978-7222.”

Leia também

ATENÇÃO


1) Sua opinião é importante. Opine! Mas, atenção: respeite as opiniões dos outros, quaisquer que sejam.

2) Fique no tema proposto pelo post, e argumente em torno dele.

3) Ofensas são terminantemente proibidas. Inclusive em relação aos autores do texto comentado, o que inclui o editor.

4) Não se utilize de letras maiúsculas (CAIXA ALTA). No mundo virtual, isso é grito. E grito não é argumento. Nunca.

5) Não esqueça: você tem responsabilidade legal pelo que escrever. Mesmo anônimo (o que o editor aceita), seu IP é identificado. E, portanto, uma ordem JUDICIAL pode obrigar o editor a divulgá-lo. Assim, comentários considerados inadequados serão vetados.


OBSERVAÇÃO FINAL:


A CP & S Comunicações Ltda é a proprietária do site. É uma empresa privada. Não é, portanto, concessão pública e, assim, tem direito legal e absoluto para aceitar ou rejeitar comentários.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo