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ELEIÇÃO. Se o previsto for gasto, custo da campanha ao Palácio Piratini e Senado passará de R$ 70 milhões

A verdade é que os candidatos (e partidos) temem ultrapassar o gasto verdadeiramente estimado para uma campanha – o que criaria sérios problemas para as candidaturas, em última instância até passíveis de perda do registro. Não é outra a razão por que o que ocorre é superestimar os gastos, na previsão obrigatoriamente feita à Justiça.

Feita essa ressalva necessária, o fato é que, se for mesmo gasto o previsto pelas candidaturas do Rio Grande do Sul ao Governo do Estado e ao Senado, ele passará dos R$ 70 milhões. Os detalhes você tem em material publicado pelo jornal eletrônico Sul21. A reportagem é de Nicolas Pasinato, com foto de Reprodução. A seguir:

Até se ver esse mar de bandeiras, os partidos e candidatos precisarão troco para financiar
Até se ver esse mar de bandeiras, os partidos e candidatos precisarão troco para financiar

Previsão de gastos das candidaturas ao Piratini e ao Senado no RS ultrapassa R$ 70 milhões

Após o prazo para o registro das candidaturas ter encerrado no último sábado (5), foram disponibilizados, no site da Justiça Eleitoral, dados dos candidatos nas eleições de outubro. Uma das informações disponíveis nos registros é o limite máximo de gastos na campanha, previstos pelas coligações e partidos. A soma dos gastos previstos das campanhas ao governo do Estado e ao Senado ultrapassam os R$ 70 milhões.

Na disputa pelo Palácio Piratini, as campanhas mais caras devem ser as de José Ivo Sartori (PMDB) e de Tarso Genro (PT). Ambas as candidaturas apontam como limite de gastos o valor de R$ 15 milhões. Tarso integra a coligação “Unidade popular pelo Rio Grande”, formada por PT, PTB, PC do B, PROS, PTC, PR e PPL. Já José Ivo Sartori lidera a coligação “O novo caminho para o Rio Grande”, constituída por PMDB, PSB, PSD, PPS, PT do B, PHS, PSL e PSDC.

Em seguida, aparece a candidatura de Ana Amélia Lemos (PP), da coligação “Esperança que une o Rio Grande”, composta por PP, PSDB, SDD, PRB, entre as campanhas com estimativa de serem mais caras, com o custo de até R$ 10,5 milhões. No site da Justiça Eleitoral, não consta a despesa limite da campanha do candidato Vieira da Cunha (PDT), da coligação “O Rio Grande Merece Mais”, formada por PDT, PSC, DEM, PV e PEN. Segundo a assessoria do candidato, ainda não houve homologação do registro, mas a previsão de gastos é de R$ 10 milhões.

Por outro lado, o candidato que menos deve gastar na corrida eleitoral é Humberto de Carvalho (PCB). A sua candidatura prevê desembolsar até R$ 15 mil. Roberto Robaina, do PSOL, da coligação “Frente de Esquerda – PSOL/PSTU”, registrou o valor de R$ 400 mil. A candidatura de Edson Estivalete Bilhalva (PRTB) apontou gastos de até R$ 2 milhões nas eleições e a de João Carlos Rodrigues (PMN), R$ 1 milhão….”

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