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Dinheiro não aceita ofensa (1) – por Carlos Costabeber

Mais do que nunca, o dinheiro passa a ser valorizado, tanto pelas pessoas físicas como pelas empresas e pelo poder público. Ninguém mais duvida de que o Brasil vive uma situação econômica complicada, e de que o futuro apresenta incertezas de toda ordem. Afinal, acabou todo um ciclo que privilegiava o consumo interno, enquanto as mudanças tão exigidas pela sociedade, foram postergadas impunemente.

Não cabe ao cidadão outra alternativa senão  PROTEGER SEU PATRIMÔNIO;  às empresas, SE REINVENTAR; e ao poder público, fazer as mudanças necessárias, para não entrarmos na mesma canoa da Argentina e da Venezuela.

Pela complexidade e importância desse assunto, vou dividir o comentário em três partes, focando inicialmente a importância do dinheiro para as PESSOAS FISICAS.

Proteger o patrimônio, significa VALORIZAR O ORÇAMENTO DOMÉSTICO, conseguir mais com menos dinheiro, racionalizando as compras, reservando parte dos ganhos mensais para a poupança, não pagando juros abusivos, não se endividando no cheque especial e/ou no cartão de crédito, pesquisando muito antes de comprar (use a internet como referência de preços e condições de pagamento), não gastando com supérfluos, não fazendo negócios apressados e irresponsáveis. E para quem PAGA ALUGUEL, a urgência em viabilizar a casa própria, por um dos programas de crédito subsidiados pelo Governo.

É impressionante como nós brasileiros temos dificuldade em levar a sério o Orçamento Familiar, principalmente quando existe apenas uma fonte de renda na casa. Desperdiçamos dinheiro com bobagens, juros absurdos, compras de impulso, promoções “tentadoras”. Isso sem falar na REFORMA DA CASA, que sempre, sempre, acaba custando muito mais do que o desejado – o mesmo serve para viagens de férias.

Tudo isso acaba explodindo nos altíssimos juros bancários sobre o cheque especial e cartão de crédito.

Aliás, tenho uma sugestão a fazer: o CARTÃO DE CRÉDITO É O MAIOR INIMIGO DO ORÇAMENTO FAMILIAR, pela praticidade de seu uso, e pela ampla disponibilidade em todas os locais. Tudo é muito prático, muito fácil, muito rápido, …….. para levar o seu dinheiro, e comprometer o seu orçamento.

Por isso, prefiro sempre LEVAR DINHEIRO VIVO para as compras do cotidiano. Se você paga com dinheiro, “vê ele saindo da sua carteira”. O efeito psicológico é muito grande; ao contrário do uso do Cartão, que “parece não pesar na consciência” da gente.

Poderia me estender muito mais, pela relevância do assunto. Entretanto, vou deixar duas recomendações finais:

1) Uma família que não tem sob controle as suas despesas, ACABA COMPROMETENDO A FELICIDADE DE TODOS, pois muda o humor dentro de casa; e,

2) POUPAR é COMPROMISSO de primeira necessidade. Cada vez mais surgem os imprevistos, que podem comprometer de vez o orçamento familiar

Tenham uma boa e econômica semana!

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