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OBSERVATÓRIO. O padre e o temor dos ladrões

Isso é história!

Setembro de 1842 (data indefinida) – Constante movimento de forças de ambos os bandos agitam a povoação. Igualmente aparecem partidas de malfeitores, que assaltam estâncias e casas comerciais na povoação e na campanha.

Desses atentados ficaram assinalados os dois assaltos à casa comercial dos Niederauer, localizada à Rua Pacífica, atual Dr. Bozano, defronte à Praça da República de hoje, levados a efeito por bandos que se homiziavam nos matos da Boca do Monte, e o praticado contra a Fazenda da Ramada, no 2º Distrito, quando lá se encontrava de visita o Pe. João de Santa Bárbara. Alta noite, batem fuciosamente à porta da fazenda, ordenando que seja aberta. Desatendidos, dirigem-se aos galpões, donde retornam empunhando machados para deitar abaixo a porta. Então o padre reveste-se com os paramentos sacros e manda abrir a porta. Atônitos, os assaltantes-lançam-se de joelhos, pedem perdão e se retiram sem causar dano algum. Assim reza a tradição.”

(Da terceira edição do livro “Cronologia Histórica de Santa Maria e do extinto município de São Martinho”, de Romeu Beltrão)

OBSERVAÇÃO: a Praça da República, referida por Beltrão, hoje é a “João Pedro Menna Barreto”, mais conhecida como Praça dos Bombeiros.

 

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