SENADO. O assunto, no plenário, é a reforma política. Aqueeeela, lembra? Já nos bastidores, o tema é outro

SENADO. O assunto, no plenário, é a reforma política. Aqueeeela, lembra? Já nos bastidores, o tema é outro - senado

No plenário, a tentativa de aprovar parte da Reforma Política – que depois irá à Câmara

No final da semana, com escassa repercussão (já havia sido gasto um porção de papel e neurônios com a lista inicial), noticiou-se que mais um parlamentar, no caso o senador e ex-ministro Fernando Bezerra, do PSB, será investigado por conta da Operação Lava Jato – como autorizou o Supremo Tribunal Federal (STF). Assim como ele os governadores do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), e do Acre, Tião Viana (PT) estão encalacrados nessa história e serão investigados, conforme autorização do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Esse, com certeza, é o grande assunto nos bastidores do Senado, cujo presidente, Renan Calheiros (PMDB) e uma dezena de outros, estão enredados. Mas, no plenário… Bem, ali o assunto é a reforma política, como você pode conferir no material produzido pela Agência Senado. A foto é do Arquivo da AgSen. A seguir:

Reforma política domina pauta do Plenário na próxima semana

Na próxima semana o Plenário do Senado deve continuar imerso nos projetos de reforma política. A orientação do presidente da Casa, senador Renan Calheiros, é que cada projeto pronto para votação seja colocado na pauta para discussão até que a reforma política vá, aos poucos e de maneira fatiada, tomando corpo.

– Nenhum dos temas obteve acordo, nenhum alcançou consenso. Por isso a orientação tem sido votar os projetos na ordem com que chegam ao Plenário – explica o secretário-geral da Mesa, Luiz Fernando Bandeira de Mello.

A prioridade da semana deve ser a proposta, dos ex-senadores Francisco Dornelles e José Sarney (PLS 268/2011), que institui o financiamento público exclusivo das campanhas eleitorais. A tirar pela votação do tema na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), ocorrida em 2011, deve ser uma votação disputada.

Na comissão, o projeto teve empate em 9 votos contrários e 9 favoráveis, sendo decidido pelo então presidente, Eunício Oliveira (PMDB-CE), que indicou sua aprovação. Apesar de não ser obrigatória sua passagem pelo Plenário, por ser terminativo na CCJ, houve três recursos nesse sentido, e agora o texto está pronto para análise de todos os senadores…”

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