Coluna

Como é quente em Havana – por Bibiano Girard

bibianoCarros antigos, hotéis de calçada, transeuntes sem rumo, feirantes de esquina. Um homem passa e assobia, não sei se para os cachorros vagabundos que esperam um osso do açougue ou se para um carroceiro que espera, ali perto, que terminem o carregamento de uma geladeira velha.

De resto, noto que há silêncio naquela tarde ensolarada e cansativa. Pingo suor, um velho toma cerveja, e uma criança sem sorte derruba na calçada o fim de seu sorvete.

É verão, podia ser no Malecón, mas é o quarenta no termômetro de rua que nos avisa: é Santa Maria.

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