SALA DE DEBATE. Saúde e política, os temas maiores de hoje. Ah, e por que tantos desistem de concorrer?

SALA DE DEBATE. Saúde e política, os temas maiores de hoje. Ah, e por que tantos desistem de concorrer? - sala-15

Este editor na ancoragem, com os convidados desta quinta: Werner Rempel, Ruy Giffoni e Eduardo Rolim (foto Gabriel Cervi Prado)

Um pouco de história, inclusive pela biografia dos convidados, acaba surgindo em todas as quintas-feiras. Mas o “Sala de Debate” de hoje, entre meio dia e 1 e meia, na Rádio Antena 1, com certeza, pode ser marcado por dois temas maiores (e seus subtemas): para começar, Saúde (pública e privada) e, em seguida, Política (especialmente a atividade parlamentar).

Claro que, inclusive pela formação e história de cada convidado do programa  de hoje, ancorado por este editor, formou-se um caldo de informação e opinião muito interessante, vindas de Werner Rempel, Eduardo Rolim e Ruy Giffoni. Ah, um dos subtemas? O auxílio combustível dos vereadores. Outro? A desistência de boa parte dos políticos novatos que não obtém votos suficientes para se eleger.

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7 comentários

  1. O Brando

    Varig é um assunto bem mais complexo do que isto e colocar na conta do Dirceu é teoria da conspiração. É “tirar da reta”, coisa que gaúcho não deveria fazer. Deve-se assumir os erros para poder corrigi-los, não inventar lorotas e deixar tudo como está. Varig teve todo tipo de problemas com o governo, a “dívida” está judicializada porque, se não me engano, era devido a congelamento de passagens. Ocorreu expansão, endividamento, etc. Pegaram um sujeito para tentar consertar, ele falou em reduzir salários dos grandões e acabou sendo defenestrado (foi parar na TAP, onde dizem fazer um bom trabalho). Para quem não lembra a empresa era administrada pela associação dos funcionários conforme desejo do fundador. Pior, falam por aí que a cereja do bolo foi jogar dinheiro do fundo de pensão na empresa para tentar salvar. No final veio a insolvência e adiós tia Chica.

  2. O Brando

    Pelo que lembro, médicos deixam um número de espaços na agenda para consultas particulares, outro para Unimed e outro para IPE. Quando alguém está com pressa a consulta particular sempre tem prazo menor. Médicos também têm despesas, consultório, secretária, etc. Têm que separar algum para 13º e férias (são profissionais liberais, o popular autônomo). Profissão já não é o que era antigamente, é um mar de remediados (rsrsrs) e alguns poucos ganhando muitíssimo bem.

  3. O Brando

    Esqueci da conclusão do caso Varig. Na minha perra opinião foi má gestão pura e simples.
    Novo diretor da PF não falou nada do que já não se sabia. O próprio Janot já tinha falado em “poucas provas mas narrativa robusta” ou coisa assim. Uma mala de dinheiro é uma mala de dinheiro, mas foi para lugar nenhum. Podia ser propina, caixa 2. Podia ser para o Temer ou poderia ser o portador “vendendo acesso”. Diacho é que quem alega tem que provar, apesar de que o sopesamento das provas ser feito pelo magistrado. Tem mais, parece que tem coisa sendo arquivada porque o Janot mandou coisa adiante só com a delação, sem maiores investigações devido a uma rusga com a PF.
    Total zero, o comentário do editor só serviu para mostrar que o “garantismo” dele é de araque.

  4. O Brando

    Petistas e petelhos tentam colar a pecha de candidato da Globo em Luciano Huck. Burro do leiteiro já sabe onde tem que parar. Proibido discutir propostas, negócio é discutir quem presumivelmente a pessoa é.
    Problema não é votar num bêbado conhecido, problema é votar num bêbado, ladrão e sem vergonha.
    Ainda por cima tem outra “esperteza”, para não dar bandeira que se apoia um determinado candidato as criaturas metem o pau em todas as outras, nenhuma serve.
    Tarso, o intelectual, um “pensador”? No PT, talvez. Não é tão imbecil quanto os desafetos dizem que é, nem tão inteligente quanto os puxa-sacos afirmam (e vamos combinar, no quesito puxa-saquismo tem gente com talento insuperável aqui na aldeia).

    • Jorge

      Se Tarso fosse intelectual e pensador teria feito alguma coisa decente no governo. O que fez o “intelectual”, além de garantir aos funcionários da CEEE a mamada que veio do “presente” da dama com a renovação da concessão da falida (uma das piores concessionárias desse país)? O que fez além de exterminar com os bilhões dos depósitos judiciais para pagar salários em dia (muito mais fácil do que botar a cara para bater e acertar as contas públicas sendo impopular)? O que fez além de fazer o Estado retroceder com a estatização dos pedágios (foram seis meses para a EGR consertar uma pinguela em Santa Cruz recentemente)?

    • Jorge

      E não deu nem o piso para os professores. Pior, mesmo sabendo (era governador, tinha de saber) do grande apuro com o fechamento das contas, deu aumentos substanciais no apagar das luzes do seu governo para algumas classes de funcionários privilegiados, mesmo sabendo que o Estado não tinha como pagar. Isso se chama o quê? A palavra intelectual no papel contumaz de um político realmente não combina. Um verdadeiro intelectual percebe que qualquer ideologia é um mundo sem pé nem cabeça e age com dados e conhecimento, faz o que tem de fazer, doa a quem doer. Se tem de consertar as contas para não comprometer a função mais importante do Estado, a social, um intelectual faz ou tenta, ao menos.

  5. Jorge

    Varig… dois detalhes dessa “complexidade”. É muito bom ter monopólio por muito tempo para várias linhas. Não se precisa ser bom gestor para ganhar muito dinheiro voando para lá e para cá. Quando a concorrência apareceu, viviam tão dentro de um mundo de fantasia intocável que “dançaram”, a gestão se perdeu. Outro…. era tanto mundo de fantasia que os funcionários recebiam uma cota de passagens de graça para viajar, inclusive para o exterior. Não me lembro agora, mas era uma cota considerável. Isso é custo operacional, que obviamente era repassado para o preço da passagem dos clientes. O que faziam com essas passagens? Usavam parcimoniosamente? Não, os funcionários repassavam as passagens para parentes, amigos, vizinhos, era uma zona. Muita gente viajou de graça sem pertencer ao quadro de funcionários. Pareceu uma estatal. Deu no que deu.

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