Claudemir PereiraInternet

DO FEICEBUQUI. Collor de novo, quinteto biliardário e os julgamentos “por convicção, preconceito ou ódio”

O editor tem publicado observações curtas (ou nem tanto) no seu perfil do Feicebuqui que, nem sempre, são objeto de notas aqui no site. Então, eventualmente as reproduzirá também para o público daqui. Como são os casos desses textos, que foram postados na rede social nas últimas horas – entre eles os dos colegas Mário Marcos de Souza e Bibiano Girard. Confira:

A CANDIDATURA…

…de Collor e perguntas pertinentes, feitas pelo jornalista Mário Marcos de Souza:

“Da série ‘Perguntar não ofende’: será que a anunciada candidatura de Collor (na foto acima, de Reprodução) vai restabelecer os antigos afetos?

Todos os grandes grupos de comunicação, por exemplo, eram apaixonados pelo ‘caçador de marajás’. Conduziram a manada e o elegeram com aqueles 35 milhōes de votos que hoje ninguém encontra.
Lembro bem de relatos sobre festinhas de donos, executivos e lambe-botas comemorando a derrota daquele que chamavam ‘o barbudo’.

E agora?

Voltam as velhas paixōes?”

ANTES DE NANAR

Vamos combinar: não pode ser socialmente justo (e portanto há que se fazer alguma coisa, urgente) um país em que cinco (vou repetir: ciiiincooo) bilionários têm um patrimônio equivalente ao que tem a metade mais pobre da população do país.

Sim, o país é o Brasil e os tubarões são Jorge Paulo Lemann, Joseph Safra, Marcel Herrmann Telles, Carlos Alberto Sicupira e Eduardo Saverin. Juntos, eles têm o mesmo que cerca de 100 milhões de brasileiros.

Sem mais! Até! Boa noite! Tchau!

E TEM O…

Bibiano Da Silva Girard e os julgamentos por convicção. Se bem que…:

“Eu tenho muitas convicções sobre todo mundo, mas isso é pessoal e não deve, de forma alguma, servir como prova final de que você, que está lendo isso, seja realmente o que eu penso.

Justiça, quando deturpada para um, pode ser deturpada para todos.

Quando você julga por convicção, preconceito ou ódio, está abrindo possibilidade de que te façam o mesmo.”

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11 Comentários

  1. Socialmente justo, o editor é um pândego. Um deputado americano serviu numa unidade de elite da marinha. Toda manhã havia inspeção do uniforme antes do início do treinamento físico matinal. Calça, camisa, gandola, boné, coturno, boné. Asseamento também, barba, etc. A penalidade para a imperfeição era virar um “croquete”, ficar rolando na água gelada dentro da arrebentação até um instrutor achar que estava bom. Correr 8 Km em jejum de madrugada com a farda molhada cheia de areia e sal não devia ser fácil. Num belo dia o dito político apareceu com tudo perfeito, nenhum reparo. Elogios múltiplos do instrutor chefe que completou: “Agora pode ir para a água virar croquete. Vai ficar rolando o dobro do tempo. Para quem se perguntar qual o motivo, é simples: para todo mundo aprender que a vida não é justa!”.

  2. Onde está a real injustiça social, editor? Relacionados ao estado de vida desses mesmos pobres que não vão à escola, e quando vão, patinam, ou porque a escola é ruim ou não se interessam. Nunca vão “decolar” na vida por conta desse jeito. A injustiça social não está na estatística que mostra a diferença entre os que estudam (e alguns ficam milionários) e os que ficam “patinando” na vida. Seria um crime humanitário nivelar-se “por baixo” como fazem em Cuba. Também não ficam patinando por causa de uma má intenção dos ricos, esses não tem nem tempo para isso, mas porque temos uma massa que não valoriza a escola, não percebe a importância dela, um Estado omisso no seu papel, uma massa que vota em políticos medíocres e ideologias “sociais” que viram partidos e são extremamente incompetentes, irresponsáveis e omissas quanto ao real papel delas no Estado e do que fazer para mudar isso.

  3. Nesse país, 80% dos alunos da 3a série do ensino fundamental não conseguem ler nem interpretar um texto. Somos um dos piores países do mundo em qualidade de ensino. Temos 1/3 de analfabertos funcionais em idade adulta que não sabem ler um manual de instruções. Como podem exigir um emprego qualificado, e daí uma renda decente?

  4. Uma geração apenas depois de implantando esse programa de escolarizaão na Coreia do Sul, alguém hoje fala de injustiça social lá? Reclama dos milionários? Não. Simplesmente porque a escola capacitou a todos e eles se viram, com qualidade de vida. Quem tem capacitação e qualificação, naturalmnte se vira e não se importa se há ricos. Por que nesse país medíocre não se tem competência nem para copiar essa visão política de Estado que deu certo em todos os países que hoje são ricos? Por que aqui o Estado brasileiro, que acumula trilhões de reais de impostos todos os anos, não entrega serviços essenciais de qualidade (isso já seria um bom retorno para os pobres), não se preocipa com a qualidade da escola, não obriga os pobres a irem para a escola? Porque temos políticos medíocres, porque temos ideologias que pensam exatamente assim: “é uma injustiça social, o mal é o rico, o capitalista selvagem, os exploradores”. E não dão escola. Não obrigam ninguém a ir para a escola.

  5. Como resolver o problema dos pobres? Acabar com os ricos? Não. É preciso elevar o nível de escolaridade deles. Simples assim. Está provado que quanto maior o nível de escolaridade, mais qualificados são os empregos e maior a renda. Precisa virar milionário :Não. A grande maioria só quer qualidade de vida. Escola foi o caminho natural de fazer países ricos e pessoas saindo da pobreza, tanto nos EUA, Europa como nos países asiáticos. Coreia do Sul não estava nem um pouco preocupada com os ricos que tinha há 50 anos, ela simplesmente fez do Estado o que o Estado tinha de fazer, obrigou que todos fossem a escola, num país agrícola de analfabetos, deu escola de qualidade para as crianças, enquanto os pais andavam faziam trabalho braçal, exigiu notas e estudo, não fez uma escola idiotizada (ideologizada) como aqui já tem, e o que aconteceu?

  6. Então vamos parar de frescura vinculando o problema da pobreza ao rico, “tremenda injustiça social”. Não é.

    O problema do pobre é outro. A prova? Pega-se toda a riqueza dos ricos e se distribui para os pobres, o que acontece? Eles continuarão pobres.

  7. Continuando… o problema não são os ricos. Esses estão com a vida resolvida. Esses não precisam de SUS. São pessoas a menos para a Previdência se preocupar em pagar a aposentadoria. Não passam fome. Empregam milhares ou centenas de milhares de pessoas. Pagam impostos, sim. E principalmente, são milionários porque são eficientes em gerar riqueza. Como isso acontece? A riqueza cai do céu? Não. Atendendo necessidades de milhões de pessoas, inclusive dos pobres. Até pobre tem celular hoje em dia. Graças a quem? Eficiência nas fábricas de produção de pessoas que ficam ricas atentendo a necessidade de montanhas de pessoas, inclusive de pobres. Tem chines comunista que ficou rico vendendo 1,99 para brasileiros pobres, que se acharam bem atendidos. Rico não deixa dinheiro parado. Rico investe e colhe resultados. Rico não é problema,

  8. A questão dos bilionários em comparação com os menos favorecidos não pode ser considerada sempre rasteira ficando só no “é uma injusta social”. Isso é pequeno.

    Daí só vira ideologia. Daí só vira mundo de fantasia cheio de “salvadores” incompetentes, miopes para a real solução que melhoraria a vida de vez a vida dos desqualificados, desempregados e subempregados. Daí aparecem os corruptos e espertos querendo usar uma ideologia “salvadora” para assumir o Estado e mamarem tudo que puderem, mantendo o poder via cabresto político, dando migalhas aos pobres, fato recente acontecido nesse país, aliás, nos últimos 14 anos. Um agora vai para a cadeia porque falou exatamente da “injustiça social” e praticou corrupção, não resolvendo a vida de ninguém, aliás, só piorou, batemos às portas de uma Venezuela.

  9. No caso em questão, não falado textualmente, mas pressuposto sem medo de errar, o caso do “messias” corrupto, convicção veio aos juízes se inteirando três anos de um esquema de corrupção gigantesco que teve pericias, investigação policial , rastreamento de dados, delações e provas cabais. Juíz de primeira e juízes de segunda instância, lendo e relendo, vendo provas todos os dias de um universo coerente de informação, julgando dezenas de pessoas, ouvindo testemunhas, obviamente a convicção é consequência. Não estamos falando de um processo isolado. A convicção veio ao natural.

    É uma questão técnico-científica, inclusive, tamanho o volume de dados e informação que se tinha para analisar e concluir sobre a história de corrupção com acerto. Mas para o seu Bibiano, a convicção dele é que o “messias” seria santo??? k k k …. É cada uma….

  10. Convicção advém de provas. Isso acontece todo o dia para quem usa o método científico. A Terra orbita o Sol. É uma convicção que surgiu baizada com provas. Evidências. Queira você ou não. Enxergue você ou não. Mesmo que a Bíblia e o pastor digam o contrário.

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