CRÔNICA. Pylla Kroth e as suas “simpatias”. Sim, e aquelas superstições que nem o próprio sabia possuir

CRÔNICA. Pylla Kroth e as suas “simpatias”. Sim, e aquelas superstições que nem o próprio sabia possuir - pylla-chamada-3“…Ôpa! E não é que tenho mesmo? Ele próprio me perguntou qual o significado daquele lenço comprido pendurado em meu pedestal junto ao microfone. “Por que quando te falo alguma coisa ruim tu bates três vezes na madeira? Agora há pouco fui passar pelo outro lado do poste tu me puxou pro teu lado pra não cortar a sorte!” Putz… me pegou.

Aí começo lembrar de várias “bruxarias” minhas. Tenho uma vassourinha atrás da porta que ganhei de um amigo, pensei que fosse pra bonito, mas não é mesmo. Tenho uma carranca em cima de minha “cristaleira”! Assim como um olho grego e um maço de pimentas vermelhas penduradas em algum lugar, bem como uma ferradura na parede e vários outros “amuletos”. Pra que os teria? Bem…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “Superstições”, de Pylla Kroth. O autor  é considerado dinossauro do Rock de Santa Maria e um ícone local do gênero no qual está há mais de 34 anos, desde a Banda Thanos, que foi a primeira do gênero heavy metal na cidade, no início dos anos 80. O grande marco da carreira de Pylla foi sua atuação como vocalista da Banda Fuga, de 1987 a 1996. Atualmente, sua banda é a Pylla C14. Pylla Kroth escreve semanalmente neste espaço.



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