SALA DE DEBATE. O musical Imembuy, eleições e as candidaturas locais, o aumento dos ministros do STF…

SALA DE DEBATE. O musical Imembuy, eleições e as candidaturas locais, o aumento dos ministros do STF… - sala-6

O mediador Roberto Bisogno (E), este editor e os convidados desta quinta: Ruy Giffoni e Eduardo Rolim (foto Gabriel Cervi Prado

Um “Sala de Debate” bem animado o desta quinta-feira, entre meio dia e 1 e meia da tarde, na Rádio Antena 1. Sobretudo, inclusive, pela quantidade (e qualidade) dos assuntos tratados por este editor e os convidados Ruy Giffoni e Eduardo Rolim, com a mediação de Roberto Bisogno.A começar, e isso é até raro, por um grande espetáculo cultural acontecido na noite de ontem, no Theatro Treze de Maio. No caso, o musical Imembuy.

É evidente, porém, que temas mais habituais no “Sala” compareceram outra vez. Um deles as eleições de outubro, com, entre outros destaques, um para as candidaturas santa-marienses propostas pelos partidos. Outro foi a recomendação de reajuste de 16% para os ministros do Supremo Tribunal Federal – que vai para a análise, agora, do Congresso Nacional.

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5 comentários

  1. O Brando

    Espetáculo Off-Off-Off-….-Off Broadway. Apesar da quantidade de elogios vindos de onde veio, quando é demais há que se desconfiar, pode ser até assistível. Sabe é, o pessoal ‘é bom porque é daqui’ não descansa.

  2. O Brando

    Whatsapp não é rede social.
    Redes sociais tendem a gerar ‘bolhas’ onde as pessoas convivem.
    Música dos buracos é uma pérola. Principalmente vindo de alguém que quer o cargo de prefeito. Imagina que depois de eleito não haverá problemas com buracos e a música vai ser esquecida. Kuakuakuakua
    Bisogno com a cisma de ser ‘exemplo’, ‘me imitem’. Kuakuakuakua. Existe a ‘bolha’ dos joãozinhos-do-passo-certo. Kuakuakua
    Assistir debate é perda de tempo. Candidatos mentindo e quem ganha é quem consegue passar a perna no outro.
    Como disse um economista do centro do país: entrevista de candidato não é aula de educação moral e cívica. Jornalista perguntando o que o(a) candidato(a) acha do Maduro, se foi ditadura ou revolução, lei da anistia, etc. não tem cabimento.

  3. O Brando

    Primeiro ombudsman da Folha uma vez largou numa coluna: ‘jornalistas são arrogantes, não gostam de ser corrigidos e não gostam de ser contrariados e nem criticados’ (algo assim). Logo tudo o que foi dito cai em ouvidos moucos.
    Aprendeu com o editor e, óbvio, aprendeu errado. Não é ético deixar a profissão de lado para promover uma causa. Um jornalista liberal, por exemplo, deveria estar consciente da própria ideologia e tentar neutralizar a mesma da melhor maneira possível ao realizar seu trabalho. Ou deixar evidente o viés. Existem muitos por aí. O que se vê são jornalistas vermelhinhos escamoteadamente tentar promover a ‘causa’ ou certos partidos políticos. Desculpa geralmente é esta, não existe ‘jornalista neutro’ e os outros como estão ’embebidos’ no capitalismo defendem o mesmo naturalmente, ou seja, também não são ‘neutros’.

  4. O Brando

    Pulo do gato é algo que já foi dito inúmeras vezes no programa: pessoal formado na UFN é mais voltado para o ‘mercado’, os da UFSM são formados para não sei o quê.
    Band não é canal 11?
    Bisogno e a turma dos joãozinhos-do-passo-certo, estes são ‘exemplo’. Como diria Chico Anysio: cabra bão!
    Na Russia durante a Copa filmaram uma passeata com perto de um milhão de pessoas em Moscou. Depois filmaram a rua e parecia que ninguém tinha passado ali. Não recolheram nada porque não jogaram nada. Os garis ainda por cima deram uma geral para conferir.

  5. O Brando

    Chineses já estão terceirizando para outros países, Vietnam, Camboja, etc. Um dos segredos deles é o desrespeito a propriedade intelectual, pirateam tudo. E o problema da qualidade já está resolvido, se produzem tudo lá copiar fica mais fácil.
    India tem a bomba atômica. Também já mandou uma sonda para Marte. Não tem tradição em produtos de consumo fora do país, é só. Também não é só contabilidade, existem fábricas de software por lá. Americano encerra o expediente e manda um email, Indiano devido ao fuso continua a trabalhar no programa de computador. Para quem ainda não notou, aplicativo de celular já está virando commodity.

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