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JÁ NO DIA 2. Assim que deixar Palácio do Planalto, Temer responderá por no mínimo sete investigações

Do portal especializado PODER360, com reportagem de FELIPE BREDER e foto de Reprodução

Michek Temer foi denunciado 3ª vez pela Procuradoria durante seu mandato

A partir das investigações acerca do Decreto dos Portos, a PGR (Procuradoria Geral da República) apresentou uma nova denúncia contra o presidente, por encontrar indícios de 5 outros crimes que envolvem seu nome.

Assim, ao deixar o cargo, Temer deve enfrentar investigações em fase avançada e 5 novos inquéritos, na 1ª Instância da Justiça.

As novas suspeitas não integraram a denúncia por se referirem a fatos anteriores ao seu mandato presidencial, que teve início em 2016. Portanto, cabe aos procuradores que atuam na 1ª Instância analisar cada uma delas, para oferecer novas denúncias.

O pedido da PGR foi encaminhado ao ministro Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal)…

SUSPEITAS ENVOLVENDO A ARGEPLAN

A Argeplan Arquitetura e Engenharia é peça central em 3 das 5 novas apurações. A empresa aparece como intermediária de propina no inquérito dos portos e tem como 1 de seus sócios coronel João Baptista Filho, amigo de longa data de Temer.

A PGR suspeita que a Argeplan pertença, de fato, ao presidente.

Um dos pedidos de abertura de inquérito envolve 1 contrato de R$162 milhões para a construção da usina nuclear de Angra 3, que foi paralisada devido a suspeitas da operação Lava Jato.

O contrato foi firmado entre a Eletronuclear e a AF Consult, que subcontratou a AF Consult do Brasil. Esta tem em seu quadro societário a Argeplan.

Em 2016, 1 dos sócios da Engevix, também subcontratada para a obra, tentou fechar 1 acordo de delação com o MP (Ministério Público), alegando que o coronel Lima teria cobrado dele R$ 1 milhão para a campanha de Temer em 2014.

Uma outra apuração envolve 1 contrato de R$15,5 milhões entre as empresas Argeplan e Fibria Celulose, que atua no porto de Santos.

Também foi solicitada uma investigação sobre repasses de valores semelhantes entre as empresas Construbase e PDA, outra empresa do coronel amigo de Temer.

A Argeplan também deve ser investigada por 1 superfaturamento e por deixar de prestar serviços em 1 contrato firmado com o TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo).

A 4ª investigação solicitada por Raquel Dodge trata de 1 contrato fictício para prestação de serviços em 1 dos terminais do porto de Santos. A empresa contratada faz parte do grupo Rodrimar, que teve seu dono denunciado junto com Temer.

Por último, a PGR quer investigar suposto crime de lavagem de dinheiro, praticado por Maristela Temer, uma das filhas do presidente, na uma reforma de sua casa, em São Paulo.

A suspeita é de que as obras tenham sido pagas com dinheiro de propina, pois as despesas foram feitas em dinheiro vivo. Dodge solicitou que a investigação seja feita perante a Justiça Federal de São Paulo…”

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