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PARTIDOS. Juliano Soares diz não ter falado com o Novo sobre filiação. Se papear, terá de se “inscrever”

Juliano Soares diz que os “corredores falam demais”. Ao mesmo tempo, “esperar a janela é uma hipótese que cabe a qualquer politico”

Por CLAUDEMIR PEREIRA (com foto de Mateus Azevedo/AICV/Arquivo), Editor do Site

Do início.

Na madrugada passada, na seção “Lá do fundo”, este escriba INFORMOU, em três notículas:

“…- Nos corredores do Legislativo (e também no Centro Administrativo), sussurra-se cada vez mais alto que Juliano Soares e João Ricardo Vargas são as potenciais defecções do tucanato em 2020.

– Os dois edis aproveitariam a janela da infidelidade de março para se mandar do PSDB, sem correr o risco de perder o mandato.

– Soares, inclusive, já teria até destino certo: o Novo do deputado Giuseppe Riesgo. Bueno, faltam poucos meses para se confirmar (ou não) a especulação de hoje…”

Na tarde passada, duas mensagens de WhatsApp. Que o escriba dá conta, por ordem de chegada.

A primeira, pouco depois de 1 e meia da tarde, do deputado Giuseppe Riesgo, que se manifestou através da assessoria de imprensa do Novo. Foi até bem simples o contato. Não fez ressalva alguma ao que foi publicado. Apenas informou:

– O Novo realiza processo seletivo para candidatos e o vereador ainda não se inscreveu.

Menos de duas horas depois, o contato com com o vereador Juliano Soares, do PSDB. A mensagem é reproduzida a seguir, na íntegra:

– Nunca falei com ninguém do Novo sobre filiação. Esperar janela é uma hipótese que cabe a qualquer político, mas eu jamais falarei sobre isso enquanto estiver no PSDB, e lá se vão 15 anos já. Os corredores estão “falando” demais.

AVALIAÇÃO CLAUDEMIRIANA: procurando ler nas entrelinhas, é possível afirmar, com boa dose de convicção e certeza, que Juliano Soares não se sente exatamente confortável no PSDB, tanto que fica clara a ideia dele, de análise (“hipótese que cabe a qualquer político”) do quadro, para tomar a decisão no momento oportuno. No caso, em março do ano que vem, quando acontece a “janela da infidelidade” – em que a troca de partido não implica em perda de mandato.

Quanto ao Novo, o partido mantém aparentemente intacto o seu processo de “seleção”. E não parece haver exceção. Com o que, quem quiser entrar, terá que participar da tal “processo seletivo”. Cá entre nós, isso é constrangedor para quem tem alguma história na política, por mais afinidade ideológica que mantenha com os novistas. É um complicador para atrair veteranos e bem postos no cenário, como é o caso de Juliano Soares. Mas…

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