SALA DE DEBATE. Questão do aeroporto civil domina as discussões. E a Universidade, Empreendedorismo...

SALA DE DEBATE. Questão do aeroporto civil domina as discussões. E a Universidade, Empreendedorismo…

SALA DE DEBATE. Questão do aeroporto civil domina as discussões. E a Universidade, Empreendedorismo... - sala-2

Editor (E), mediador e time de hoje: Alfran Caputi, Elizabeth Copetti, Eni Celidonio e João Marcos Adede Y Castro (foto Gabriel C. Prado)

Fazia muito tempo que isso não acontecia, até onde vai o bestunto do escriba. Mas o fato é que o “Sala de Debate” desta quarta-feira, entre meio dia e 1 e meia da tarde, na Rádio Antena 1, por muito tempo não foi inteiramente tomado por um único assunto.

O fato é que pelo menos os dois primeiros blocos foram para repercutir e opinar acerca da situação (localização, vinculação com a aeronáutica, história etc) do Aeroporto Civil e das manifestações feitas ontem pelo Tenente-Brigadeiro do ar e ex-comandante da Aeronáutica, Nivaldo Rossatto e o Prefeito municipal, Jorge Pozzobom.

Claro que outros assuntos acabaram por surgir, especialmente na terceira parte, e foram devidamente tratados pelos convidados do dia, Alfran Caputi, Elizabeth Copetti, Eni Celidonio e João Marcos Adede Y Castro, com a mediação de Roberto Bisogno e a participação, também, deste editor e dos ouvintes – via WhatsUpp. Aí, para não deixar passar, duas questões mereceram especial destaque: o empreendedorismo, nem sempre visível, de santa-marienses e a predominância de alunos pobres na nossa universidade pública, a UFSM.

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4 comentários

  1. O Brando

    Programa antigamente tinha 15 minutos de abobrinha no começo. Virou um bloco inteiro.
    Santa Maria não tem aeroporto civil, tem um puxadinho emprestado na Ala 4.
    São 500 ha onde pode ser situado o aeroporto. Salgado Filho tem 85 ha de área. Cidade não precisa de tudo isto.
    Questão é que se um teco-teco cheio de drogas/armas cruza do Uruguai para cá é problema da Força Aérea. Helicópteros ainda fazem busca e salvamento, já saíram aeronaves de asas rotativas daqui para procurar barco de pesca perdido no litoral. Na tragédia da Kiss transportaram gente daqui para POA. A hora que uma aeronave militar tem que decolar não pode ficar esperando.
    Aeroporto civil não existe (na teoria) só para linha de passageiros, serve para o trafego particular, serve para o aeroclube (ainda existe?), etc. Logo não é tão simples assim.

  2. O Brando

    Em 2025 Cladistone já não é mais prefeito.
    Não são dois aeroportos. É uma base aérea e um aeroporto. O problema também não é este, problema é a base aérea (os militares) se mudarem de mala e cuia para Canoas.
    Base aérea do Galeão (Ala 11) tem dois esquadrões de transporte de tropa. Só um problema, brigada paraquedista deve se transferir para o centro-oeste, vai sair gente dali. Aeroporto é o Tom Jobim.
    ‘Duvido’, ‘acho’, argumentos terraplanistas. Anos atrás o exército extinguiu o 8ª Batalhão de Infantaria Motorizado em Santa Cruz, transferiu o 7ª Batalhão de Infantaria Blindada para lá. Trouxe o regimento de cavalaria e uma escola de blindados para o Boi Morto. Parece que criou um batalhão novo na Amazônia. Ou seja, alguém micou nesta história. É só ir lá em BSB e ver se alguém ficou preocupado com ‘antipatia’. Detalhe: mudar daqui para Canoas sai muito mais barato. Ainda dá para vender os próprios e faturar uma grana.

  3. O Brando

    Não dá para comparar Santa Maria com Passo Fundo também.
    Alás, com este negócio de neblina já aconteceu acidente na base aérea. Mais antigos vão lembrar, um Hércules ou um Búfalo achou o cerrito.
    Contrato provavelmente será provavelmente prorrogado. Brigadeiro deu uma luz alta. Desenvolvimento do Gripen vai terminar, chegarão os novos aviões e aí decidirão onde vão ficar. Existe a possibilidade da base aérea se mudar. Ou seja, cidade fica com o aeroporto civil e perder a base aérea. Detalhe: tirar o aeroporto civil dali não garante a permanência dos militares, mas pode servir como mais um argumento para tirar.
    Com Juiz de Fora não tem briga. Montadora fica mais perto do porto do RJ do que SM de Rio Grande. Fica perto de três grandes mercados consumidores, RJ, SP e MG. Só a megalomania da aldeia não deixa ver isto.
    Não tem movimento porque não tem aeroporto, não tem aeroporto porque não tem movimento. É uma lógica ‘castiça’. Araraquara fica a 185 Km de Campinas. Fez um aeroporto e virou elefante branco.

  4. O Brando

    Cidade crescer não tem nada a ver com aeroporto. Sem poder aquisitivo não muda nada. Alás, com o dinheiro do aeroporto daria para fazer o BRT?
    PIB per capita de Chapecó é três vezes o da aldeia. Concórdia, quase do lado, PIB per capita quase três vezes o da aldeia. Erechim não é longe, PIB na mesma grandeza (ainda não fica longe de Passo Fundo).
    Em Santa Maria não se agrega valor. Na cabeça do sujeito é a oferta que gera a demanda, vou abrir um restaurante especializado em buchada de bode no calçadão.
    Rolim é médico. Aço A36 não tem nióbio (é 98% ferro, 0,25% carbono, 0,2% cobre, 1% manganês, 0,28% de silício e traços de enxofre e fósforo) e têmpera é tratamento térmico. Existe excesso de capacidade instalada no setor metalúrgico a nível mundial e a China, maior comprador, só quer saber do minério, aciaria e empregos ficam com eles. Só se vende o que os outros querem comprar.
    Primeiro ombudsman da Folha escreveu numa das primeiras colunas, jornalistas são arrogantes, não gostam de ser corrigidos e não gostam de ser contrariados.

  5. O Brando

    PIB per capita de Santa Cruz é mais de cinco vezes o da aldeia.
    Não é questão de complexo de vira-lata. As empresas que citaram e acharam ‘incrível – fantástico – extraordinário’ perto das que existem em outros lugares é na melhor das hipóteses média. Problema é que falta conhecer o resto para ter base para comparação.
    Ouro Branco em MG. PIB per capita seis vezes maior do que o da aldeia. Dois campus de instituições federais, Federal de São João del Rei e Federal de Minas Gerais. População perto de 40 mil habitantes. Como assim? A cidade fica dentro da Gerdau Açominas.
    Quanta gente trabalhou no comércio durante o dia para cursar FIC durante a noite?
    Nem todo colégio particular proporciona bom ensino, isto é notório. Os públicos já foram melhores.
    Este negócio de ‘ataque a UFSM’, ‘fim da UFSM’, etc. é pura desqualificação para cercear o debate. Acham que são puros e perfeitos.
    Tem gente com dinheiro na fronteira, mas não são tantas quanto reza a lenda urbana e a maioria não frequenta São Paulo. No pau da goiaba POA. Aquele negócio que falam da ‘metade sul’ não é brincadeira.

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