SALA DE DEBATE. Imposto sobre grandes fortunas, Segunda Instância ainda, Serviço Público, Magistério

SALA DE DEBATE. Imposto sobre grandes fortunas, Segunda Instância ainda, Serviço Público, Magistério

SALA DE DEBATE. Imposto sobre grandes fortunas, Segunda Instância ainda, Serviço Público, Magistério - sala-5

Mediador Roberto Bisogno (D), editor e convidados: Luiz Ernani Araújo, Walter Jobim Neto e Alfeu Bisaque (foto Gabriel Cervi Prado)

Um punhado de discussões pra lá de interessantes, no “Sala de Debate” de hoje, entre meio dia e 1 e meia da tarde, na Rádio Antena 1. E até começou leve, com um tema pouco tratado no programa: a tributação de grandes fortunas, a partir da palavra de uma grande empresária nacional. Mas outras questões quentíssimas surgiram, mediadas por Roberto Bisogno e com significativa presença também dos ouvintes, via WhatsApp.

Ah, além deste editor, participaram hoje os convidados Luiz Ernani Araújo, Walter Jobim Neto e Alfeu Bisaque Pereira. Que debateram, mais uma vez, e de forma consistente, sobre a “Segunda Instância” e o “trânsito em julgado”. E também trataram, entre outros assuntos, a situação do magistério público estadual, que começa greve neste momento, contrária ao projeto que, entre outras coisas, modifica o plano de carreira.

PARA OUVIR O “SALA” DE HOJE, BLOCO POR BLOCO, CLIQUE NOS LINQUES ABAIXO!!!

 



3 comentários

  1. O Brando

    Rastel raiz não se acha mais, agora é o tal ancinho nutela.
    Plantar soja no meio de milho nunca vi. Por aqui plantavam feijão. Limpar o inço e colher significava um cortezinho ou outro e eventualmente coceira.
    Desconto no seguro desemprego é para contar tempo de serviço para aposentadoria. Certo ou errado, não acredito que seja aprovado.
    Imposto sobre grandes fortunas é cascata. Quem implantou não conseguiu o que era anunciado. Na Alemanha foi abolido. Heranças é quase a mesma coisa. Ricos dão um jeito de escapar e estoura na classe média (não é a toa que existem muitos inventários abertos por aí). Só que isto não tem importância, vermelhinhos levantam isto de vez em quando para figurar de ‘paladinos da justiça social’. Bom mencionar o dinheiro de impostos que acabaram financiando porto em Cuba, metro na Venezuela, etc.

  2. O Brando

    Plano de carreira do magistério é uma piada. Não basta a estabilidade, são dois ou três níveis e a criatura chega no topo da carreira em meia dúzia de anos. Valor da remuneração é outra história.
    Carreiras docentes no nível federal também precisavam de revisão. Universidade faz concurso para uma vaga que exige doutorado. Depois perto da metade da remuneração é uma gratificação pela titulação. Como se um juiz de direito fizesse concurso e ganhasse uma gratificação por ser bacharel em direito. Ou um motorista ganhasse gratificação por ter carteira de habilitação. Detalhe: criatura pode não ter a titulação, mas a instituição pode ‘reconhecer o conhecimento’ (sabe-se lá através de qual processo) e pagar a gratificação.

  3. O Brando

    PEC do ex-ministro Peluso resolveria a questão da segunda instancia, transformava o recurso especial e extraordinário em ações autônomas.
    O resto é chute. Quando alguém diz ‘vai acontecer isto’ tudo pode acontecer, inclusive a ‘previsão’.
    Batoré e constituinte, fica difícil enganar os outros sem credibilidade.
    Jair Soares tinha outras ferramentas a disposição, atender o magistério não deveria ser difícil. Tinha inflação, podia contrair divida, etc. Olhando os dados percebe-se que a divida do RS cresceu de 4,3% para 17,2% do PIB, quase quatro vezes. Há que se tomar cuidado, Rubens Ricupero disse tudo.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *