RETROSPECTIVA 2019. A morte, comoção e o velório da “irmã Loira”, eis a sétima nota mais lida neste ano

RETROSPECTIVA 2019. A morte, comoção e o velório da “irmã Loira”, eis a sétima nota mais lida neste ano

RETROSPECTIVA 2019. A morte, comoção e o velório da “irmã Loira”, eis a sétima nota mais lida neste ano - retro-7

Amigos de Verônica Oliveira (no destaque) e militantes da causa LGBTQ+ reivindicaram a realização no velório no parlamento municipal

Num triste recorde, Santa Maria registrou em dezembro o terceiro assassinato de uma transexual em 2019. A vítima (cujo assassino já foi indiciado e está em prisão preventive) foi Verônica Oliveira, 40 anos, a “irmã Loira”, grande liderança e muito querida pelo movimento LGBTQ+ na cidade.

A comoção foi muito grande e, até em reconhecimento à atuação dela, o velório aconteceu no plenário da Câmara de Vereadores. Essa história, aliás, contada na madrugada de 13 de dezembro, uma sexta-feira, foi a 7ª nota mais acessada deste ano. Acompanhe e releia a seguir:

MEMÓRIA. Trans Verônica, liderança do movimento LGBTQ+, assassinada, é velada no Legislativo de SM

Por MAIQUEL ROSAURO (com arte sobre fotos de Mateus Azevedo e Reprodução), da Equipe do Site

O velório de Verônica Oliveira, 40 anos, uma das líderes do movimento LGBT+ de Santa Maria, ocorre neste momento na Câmara de Vereadores. A transexual foi morta na madrugada desta quinta-feira (12). O ato fúnebre deverá ocorrer até as 10h desta sexta (13).

Militantes da causa LGBTQ+ e amigos de Verônica acompanharam a sessão plenária na tarde de quinta e pressionaram os vereadores para realização do velório na Casa. A presidente Cida Brizola (PP) convocou uma reunião com todos os parlamentares, uma vez que o Regimento Interno é vago em relação ao assunto. Por fim, todos os edis concordaram com o ato fúnebre na Câmara.

“Este é o terceiro ato contra uma transexual em Santa Maria desde setembro. O velório dela no Legislativo é importante para darmos notoriedade e também para fazer o Poder Público promover políticas públicas”, explica a advogada Marina Callegaro, coordenadora da Força Tarefa em Combate ao Feminicídio…”

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