SALA DE DEBATE. Segurança Pública, racismo e a questão política e, sim, o caro preço da carne bovina

SALA DE DEBATE. Segurança Pública, racismo e a questão política e, sim, o caro preço da carne bovina

SALA DE DEBATE. Segurança Pública, racismo e a questão política e, sim, o caro preço da carne bovina - sala-1

Editor (E), mediador Bisogno e convidados: Ricardo Jobim, Marcelo Arigony, Antonio Carlos Lemos e Péricles Costa (foto Gabriel C. Prado)

Por conta do Dia do Delegado de Polícia e a presença de um desses profissionais, o “Sala de Debate” iniciou tratando de Segurança Pública. E foi uma interessante interação de opiniões, que abriu o programa que foi do meio dia à 1 e meia da tarde desta terça-feira, na Rádio Antena 1, com a mediação de Roberto Bisogno.

Mas é claro que não ficou apenas nisso a discussão, da qual participaram também, além dos ouvintes (via WhatsApp), este editor e os convidados do dia: Ricardo Jobim, Marcelo Arigony, Antonio Carlos Lemos e Péricles Lamartine Palma Costa.

Pelo menos outras duas questões se destacaram. Uma delas o racismo, tema trazido pela intervenção de uma ouvinte, e as suas relações com a politica e vice-versa. Outra, absolutamente dona da conjuntura econômica, especialmente no Rio Grande do Sul, foi a elevação estratosférica do preço da carne bovina.

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3 comentários

  1. O Brando

    Vantagem da gravação é a possibilidade de pular um monte de coisas. Pessoas tem o direito de falar o que bem entender. Para os outros resta o direito de ignorar. Neste meio tempo vou comprar uma lanterna led de cabeça para ficar ‘mais iluminado’. E um balaio de pirulito arco íris para distribuir por aí.

  2. O Brando

    Melhor carne uruguaia também é exportada (modo de preparo por lá é diferente também). Mercado brasileiro é focado na quantidade, não na qualidade. Gado Wagyu é famoso, mas não é só uma raça, a terminação conta. Dizem que a Rubia Gallega é melhor, a primeira tem muita gordura e pouco gosto.
    Não cabe um tratado sobre cria, recria e terminação. Só que ninguém engorda terneiros, vitelo vai para a faca com no máximo 6 meses.
    Ideal na terminação é o vacum ter dois dentes.
    Preço da arroba é índice que se usa lá para cima, aqui no RS é mais usual o quilograma. Para transformar o preço da arroba em kg divide-se por 30, considerando 15 kg a arroba (arredondado) e 50% de rendimento. Duzentos pila a arroba (para o produtor, no pasto, óbvio) resulta em 6,7 reais o kg. Preço varia conforme o local também, Santa Maria e Julio o preço é por aí. São Borja o preço é ao redor de 5,8. Tudo isto grosso modo, existe o preço por rendimento, o boi casado, etc.
    Qualidade da carne tem critérios objetivos de avaliação. Carcaça idem. Obvio que existe espaço para o ‘eu acho’. Alás, para quem assistiu o filme ‘O Irlandes’, logo no começo existe desvio de carnes devido a qualidade.

  3. O Brando

    Mix de produtos, mix de preços, margem, etc. é coisa do pessoal de marketing e da contabilidade. Não é minha praia. Dependendo da cadeia, da quantia de meias carcaças compradas, conseguem preço maior ou menor.
    Lembra a época que Sarney mandou a PF caçar boi no pasto. Alás, abigeato vai começar a bombar e vale o mesmo que foi dito para o celular. Pessoal que costuma comprar naquele açougue que tem a carne ‘super barata’ já sabe o que está fazendo.

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