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TRABALHO. Publicação sindical traz histórico sobre greves nas Instituições Federais de Ensino no Brasil

Produção é de uma entidade mineira, com apoio do Andes-Sindicato Nacional

Da Assessoria da Seção Sindical dos Docentes da UFSM (Sedufsm) / Com informações do Andes-SN

O ANDES-SN divulgou, na última sexta, 6 de maio, a publicação “A Luta Sindical a partir das Greves do ANDES-SN ao Longo da História”. O material apresenta uma linha do tempo das greves da categoria docente, organizada no Sindicato Nacional, nas Instituições Federais de Ensino, a partir de 1980, se estendendo até os períodos mais recentes: 2012, 2015 e 2016.

Já no início do material podemos observar que, mesmo durante a ditadura civil-militar, a greve já era uma ferramenta importante de luta. Os movimentos grevistas ocorreram em 1980 (26 dias), 1981 (20 dias), 1982 (32 dias) e 1984- último ano dos governos militares (84 dias).

Desde essa época, em pleno regime autoritário, a mobilização incluía reposição salarial, mas também levantava a bandeira de um plano de carreira, a oposição à cobrança de mensalidade nas federais e a rejeição a um processo de transformação das autarquias em fundações.

Produzida com base em documento elaborado pela Seção Sindical dos Docentes do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Sindcefet-MG SSind.), a cartilha traz ainda explicações sobre o direito de greve no serviço público e razões para aderir à greve com o conjunto dos trabalhadores e das trabalhadoras do serviço público, indicada para 23 de maio.

“Nossos salários estão congelados, muito defasados, em um contexto de inflação galopante; Nossa carreira corre o risco de ser extinta e o serviço público privatizado; o processo de intervenção nas Ifes segue em curso; os cortes orçamentários no financiamento das Ifes e do sistema de Ciência e Tecnologia foram aprofundados” são algumas das razões apontadas.

PARA LER A ÍNTEGRA, NO ORIGINAL, CLIQUE AQUI.

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