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De Monte Castelo a Brasília: a luta pela liberdade não acabou – por Giuseppe Riesgo

“Que a história não sirva apenas para ser lembrada, mas para ser defendida”

Na última semana, nossa região se despediu de um de seus filhos mais ilustres: o capitão Elmo Diniz, natural de Cruz Alta, veterano da Força Expedicionária Brasileira que, aos 103 anos, representava uma geração que não hesitou em enfrentar a tirania de frente. Ele saiu daqui para lutar contra o nazifascismo na Segunda Guerra Mundial e, ao retornar, trouxe consigo mais do que medalhas – trouxe o exemplo de coragem, disciplina e amor à liberdade. Esse exemplo é mais atual do que nunca.

Vivemos hoje um tempo em que a liberdade está novamente ameaçada. Mas, diferentemente do passado, essas ameaças não chegam com fardas ou tanques. Elas se escondem por trás de decisões judiciais questionáveis, censuras veladas, perseguições políticas e ataques à livre expressão. O que antes víamos como autoritarismo externo agora se apresenta como “defesa da democracia” dentro das instituições.

Não podemos aceitar isso como normal. A liberdade é um valor que precisa ser protegido todos os dias – e com a mesma coragem de quem enfrentou as trincheiras de Monte Castelo.

É nesse cenário que o Partido Novo se destaca por sua coerência. Enquanto muitos se dobram ao populismo ou se calam diante de abusos, nós seguimos defendendo com firmeza os princípios que fundaram a nossa República: liberdade individual, respeito à lei, limites ao poder estatal e transparência. Isso não é discurso: é prática. Somos um partido que se mantém independente, que não troca valores por conchavos, e que entende que o Estado existe para servir, não para controlar.

A geração daquele veterano nos mostrou como se luta com honra. A nossa geração precisa mostrar que aprendeu a lição. A trincheira agora é outra: é o Parlamento, é a imprensa livre, é o debate público. E nossa principal arma é a coerência.

Que a memória dos nossos heróis inspire a nossa ação. Que a história não sirva apenas para ser lembrada, mas para ser defendida. E que, cada vez mais, brasileiros entendam: a liberdade é inegociável. E, enquanto houver gente disposta a lutar por ela, ainda há esperança para o Brasil.

(*) Giuseppe Riesgo é secretário de Parcerias da Prefeitura de Porto Alegre e ex-deputado estadual pelo partido Novo. Ele escreve no site às quintas-feiras.

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11 Comentários

  1. Resumo da opera IV. Cartas, investigações. Algo chamou atenção do Agente Laranja. Uma ponta solta que poucos sabem o que é. Carta inicial é coisa de estagiario. Documento da investigação é na base ‘junta tudo o que pode justificar o inquerito e coloca la, mesmo que não faça sentido’. Como o STF, toma-se a decisão e depois se arruma uma ‘fundamentação’.

  2. Resumo da opera III. Cavalão e familia se lascaram. Desespero com a proximidade da prisão fez parecer que querem se salvar a todo custo.

  3. Elmo Diniz cursou o ginasio em Cruz Alta. Educação dele foi melhor do que muita gente com curso superior hoje em dia. Porém naquela epoca as coisas eram mais evidentes. Imagens eram ‘mais coladas’ na realidade. Hoje em dia temos uma classe politica tosca, a trampolinagem é evidente e escancarada e muita gente a defende dando a alcunha apelidosa de ‘democracia’. Da imprensa aos causidicos. ‘O sistema funciona’. A crise institucional, se é que se pode chamar assim, está mais para conjunto de disfunções, é levada em banho maria. Porque é melhor assim do que ‘ir a furo’, iria ‘dar no bolso’ de muita gente importante.

  4. ‘Liberdade’ é que nem ‘soberania’. Palavras etereas. Muito bonito para quem tem a vida ganha e tem tempo para gastar com lirismos. Dizem que o sapo cozinha se a agua for aquecida devagarinho, é verdade. Mas o papo dos bacharéis não é a linguagem do eleitor ou da eleitora. Simples assim.

  5. Xandão deu 10 bilhões para o governo. Congresso deu a lei 15164. Autoriza leilões em areas do pré-sal ainda não exploradas. PEC ainda tem que ser votada novamente no Senado, nenhum problema, mas irão retirar os precatorios federais do calculo da despesa primaria. A gastança continua, mas com truques contabeis ‘esta tudo certo’.

  6. Dia 10 de junho o Agente Laranja disse para o premier israelense terminar a guerra em Gaza e parar de falar em ataque. Dia 3 de junho Israel liquidou a cadeia de comando iraniana e neutralizou cientistas nucleares. Dia 22 de junho Ianquelandia atacou as usinas. Brigas combinadas. Como dizia o finado Ulissio ‘em politica até as brigas são combinadas, senão é coisa de amador’.

  7. Neil Ferguson. Historiador. É ouvido em assuntos de ciencia politica e geopolitica. Tem fontes que o alertaram do ataque ianque ao Irã. Acertou a data. Disse antes do acontecimento que era operação de tres etapas. Inteligencia, destruição das capacidades antiaereas dos persas e ataque a usina (que teve sucesso parcial).

  8. PIX. Plataforma de pagamento instantaneo. Ucrania, Espanha e Cingapura já tinham suas versões. O da Espanha permite transações internacionais porque atende Andorra também. India desde 2016 tem um que movimenta o triplo do volume do tupiniquim. Outros paises tem sistemas semelhantes que surgiram junto com o PIX. Ianques tem o Zelle e mais recentemente o Visa Direct. Nota de rodapé é para os/as imbecis que acham que foi inventado aqui e só existe aqui.

  9. Floriano de Azevedo Marques é advogado. É aliado de Xandão. Corria risco, mas foi reconduzido ao cargo de ministro do TSE. Semana passada.

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