A obra da Estrada do Perau não é apenas uma intervenção viária. Ela é uma decisão sobre o futuro da nossa região – por Giuseppe Riesgo

Quem conhece Santa Maria e Itaara sabe o quanto essa ligação é estratégica: para a mobilidade, para a segurança e, principalmente, para o turismo. Desde a interdição da estrada, perdemos fluxo, visitantes e oportunidades. E isso impacta diretamente uma vocação natural da cidade: receber bem, valorizar nossas paisagens, nossa gastronomia e nossa cultura.
Recuperar o Perau é investir em desenvolvimento econômico e na retomada da autoestima regional. Não é discurso, é realidade.
Esse avanço só está acontecendo graças a articulação política responsável e ao diálogo entre diferentes esferas. Destaco o trabalho conjunto com o deputado federal Marcel Van Hattem, que contribuiu para a viabilização de recursos que também serão aplicados nesta obra. Quando há foco, seriedade e objetivo claro, os resultados aparecem.
Também é justo reconhecer o papel do vereador Meneghetti, que acompanhou de perto, fiscalizou e manteve o tema vivo no debate público. Fiscalização séria não atrasa obra. Pelo contrário: qualifica, protege o interesse público e dá segurança à população.
Turismo não é detalhe nem luxo. Turismo é economia, é emprego, é circulação de renda e é projeção regional. Obras estruturantes como a Estrada do Perau mostram que planejamento e responsabilidade caminham juntos.
O Perau precisa voltar a ser caminho de integração, não símbolo de isolamento. E o passo que está sendo dado agora é essencial para isso.
(*) Giuseppe Riesgo é secretário de Parcerias da Prefeitura de Porto Alegre e ex-deputado estadual pelo partido Novo. Ele escreve no site às quintas-feiras.





Resumo da opera II. Perau é cortina de fumaça. Politicos ficam pautando a imprensa e escolhendo os problemas que desejam abordar. Porque os mais importantes não sabem como resolver. Se isto ficar evidente bate nas urnas e aí ‘dá ruim’.
Resumo da opera. Instalou-se no imaginário local, ao menos as patotinhas tentam vender, uma cenoura na frente da carroça para os burros puxarem com mais vontade. ‘É só continuar “investindo” que daqui 50 anos o Tecnoparque vai ser o Vale do Silicio, o carnaval vai ser igual ao de Uruguaiana, o turismo vai ser igual ao de Gramado, a logistica vai ser igual a Nova Santa Rita, etc.’. Daqui 50 anos vai continuar 50 anos no futuro.
Perau é um problema recorrente. Vão arrumar e na proxima chuva forte vai estragar de novo. Porque é só remendo.
Cidade tem pouco dinheiro. Há que se estabelecer prioridades. Hierarquia, precedência, qualidade de ser primeiro. Politicos querem fazer tudo ao mesmo tempo e resolvem nada. Centro de eventos parado. Casa de Cultura inacabada. Elefante Branco do Cabidão parado. Escolas e postos de saude (unidades basicas, UPA’s) não se sabe o estado, a hora que der kk vira noticia (alás, como estão as filas?).
‘Turismo não é detalhe nem luxo. Turismo é economia, é emprego, é circulação de renda e é projeção regional.’ SM não tem vocação turistica. Conversa mole.
‘Também é justo reconhecer o papel do vereador Meneghetti […]’. Quem é este na fila do pão?
‘Destaco o trabalho conjunto com o deputado federal Marcel Van Hattem, que contribuiu para a viabilização de recursos que também serão aplicados nesta obra.’ Dinheiro jogado fora. Não resolvem o problema, só fazem remendos. Possochato ‘revitalizou’. Não deu muito tempo e tinham pichado um mirante. Pichações, diga-se de passagem, que são apoiadas pelos Vermelhos porque são ‘artistas da periferia expressando uma critica social’.
‘[…] essa ligação é estratégica: […]’. ‘Recuperar o Perau é investir em desenvolvimento econômico e na retomada da autoestima regional.’ Obvio que não é. Basta ver o movimento no Perau e o movimento na BR-158. Quando aumenta o fluxo de veiculos no Perau? Quando existe alguma interrupção na BR. Simples assim.
Dizem que os politicos são espelho da sociedade. Como existem muitos trouxas em SM pode-se dizer que são muito bem representados.