Coluna

IMPRESSA. Na coluna desta quarta, a paralisação do Legislativo. Alguma decisão talvez em outubro. Talvez!

Você confere a seguir, na íntegra, a coluna do editor do sítio, publicada na edição desta quarta, 21  de setembro, no jornal A Razão:

Faz um tempão que esse plenário não decide nada. Talvez em outubro. Quems sabe novembro. Talvez (foto Divulgação/Arquivo/AICV)
Faz um tempão que esse plenário não decide nada. Talvez em outubro. Quem sabe novembro. Talvez (foto Divulgação/Arquivo/AICV)

O Parlamento parou. E não apenas por aqui

Os sinais inequívocos foram dados ainda no final do semestre passado e antes do recesso de inverno. Horário de funcionamento da Câmara mudou (e se reduziu) e as sessões ordinárias passaram para a parte da manhã. Assim é que o parlamento funciona a meia boca, nos últimos meses.

As razões (e na Assembleia Legislativa não é exatamente diferente) são óbvias: ninguém pelo Palacete da Vale Machado está interessado noutra coisa senão o pleito que renovará (ou não) o mandato de dois terços de seus integrantes e poderá, quem sabe, levar algum deles ao Executivo, em janeiro.

Só que não foi para isso que foram eleitos, em 2012. Supunha-se que o mandato seria cumprido integralmente. Erro. Há momentos em que o interessante é apenas conquistar mais três anos e nove meses (embora a vitória devesse significar 48 meses).

Ah, as sessões até acontecem. No início com pouca duração. Depois, vapt-vupt. Agora? O vapt parece suficiente. Triste, para ser brando.

QUAL O DESTINO DA…

Supõe-se que hoje se descubra o destino da pasta de Governo (e Relações Institucionais e Comunicação) criada, mas não oficializada, pelo então prefeito Cezar Schirmer e destinada ao empresário Luiz Fernando Pacheco.

…‘PASTA’ DA CORSAN?

Disse o prefeito José Farret ao colunista: “conversei com o Pacheco (antes de anunciar a prorrogação do contrato com a Corsan, da qual o empresário trataria) e disse que a portaria está assinada. Depende dele”. Então?

SOBRA REPETIÇÃO NO…

Tanto no rádio quanto na TV, no trololó eletrônico, se nota sistematicamente a repetição de anúncios. E não é de uma ou outra candidatura, senão que de todas. Normalmente seria de crer que a intenção fosse reforçar argumentos.

…TROLOLÓ ELETRÔNICO

Mas o eleitor-ouvinte-telespectador pode estar absolutamente certo que o motivo não é apenas a tentativa de fixar propostas ou ideias. Antes, o que há mesmo é falta de troco e impossibilidade de fazer mais.

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