COLUNA OBSERVATÓRIO. Santa Maria, de novo, capital mundial da economia solidária
Lançados na semana passada, e orçados em cerca de R$ 1 milhão, vem aí mais um punhado de eventos que celebram e, sobretudo, fortalecem a economia solidária. Os principais, embora não únicos, são a 18ª Feira Estadual do Cooperativismo (Feicoop) e a 7ª Feira de Economia Solidária do Mercosul.
Será no comprido final de semana entre 8 e 10 de julho, no Centro de Referência de Economia Solidária Dom Ivo Lorscheiter. A organização (e idealização) é do projeto Esperança/Cooesperança, vinculado diretamente ao Banco da Esperança. Mas, não há dúvida, se trata de algo que já se incrustrou na alma da cidade, pelo poder de atração que tem.
Tanto que recebe o imprescindível apoio público da Prefeitura, em nível local, e até do Governo do Estado. Não há dúvida: a economia solidária coloca Santa Maria no mapa do mundo. E por isso também deve ser prestigiada. Espera-se que circulem, no centro e no entorno do local do evento, algo como 150 mil pessoas. O número fala sozinho – torna a boca do monte capital da economia solidária. E justifica, com sobra, o investimento feito por todos.





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