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JUSTIÇA. Lembra do juiz que exigia o tratamento de doutor ou senhor? Sim, a ação acabou. Saiba como

doutorEssa é incrível. A ação começou há 10 anos e só terminou, meeeesmo, no Supremo Tribunal Federal. Já foi tratada pelo sítio, em nota PUBLICADA há pouco mais de três meses, tendo como origem o “Espaço Vital”, especializado em questões jurídicas.

Pois, agora, o EV traz, ufa, o resultado final da ação, com a decisão tomada pelo ministro Ricardo Lewandowski. Afinal, o cara pode mesmo ser chamado apenas de “doutor” ou “senhor”? Confira, a seguir:

O fim da ação do juiz que queria ser chamado de “senhor” ou “doutor”

Transitou em julgado a decisão do STF que definitivamente fulminou uma ação em que um juiz do Estado do Rio de Janeiro buscava, via prestação jurisdicional, ser chamado de “doutor” e/ou “senhor” pelos funcionários do prédio onde mora. A demanda tramitou desde 2004 e já foi, outras vezes, noticiada pelo Espaço Vital – que, aliás, trouxe o caso com primazia em agosto daquele ano.

O magistrado Antonio Marreiros da Silva Melo Neto, então juiz titular da 6ª Vara Cível de São Gonçalo (RJ), certa noite pediu ajuda a um funcionário do condomínio para conter um vazamento em seu apartamento. Por não ter permissão da síndica para ingressar nas unidades residenciais privadas, o empregado negou o socorro.

Os dois discutiram. O funcionário – segundo o juiz – passou a chamá-lo de “cara” e “você”, com o intuito de desrespeitá-lo. Marreiros logo pediu para ser tratado como “senhor” ou “doutor”.

“Fala sério!” – teria sido a resposta do funcionário.

Marreiros, então, entrou com uma ação na Justiça contra o Condomínio do Edifício Luísa Village e a síndica Jeanette Granato e pediu antecipação de tutela para obter o tratamento pessoal-reverencial…”

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