TENHO DITO! Sobre desabafo, 1º de Maio, a ministra, o vice-presidente, motoristas por aplicativos e ainda...

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Leitor Brites questionou Badke sobre viagem a Brasília, que ocorrerá esta semana, mas o parlamentar não gostou do questionamento

Por MAIQUEL ROSAURO (com imagem de Reprodução), da Equipe do Site

  1. “Há quem afirme que Mourão atua como um presidente paralelo e, ao perceber as dificuldades do titular no desempenho o cargo, passou a compor um papel de moderador nas relações entre governo e instituições, a defender um campo de ações democráticas e republicanas, a dar atenção à imprensa e a gostar de emitir opinião sobre todos os assuntos, em alguns casos, antes mesmo do presidente”.

Advogado Michael Almeida di Giacomo, em artigo sobre o ‘novo’ capítulo na história da vice-presidência da República (AQUI).

  1. “Em outras palavras, o governo cobra todo o ICMS direto na indústria, prevendo o valor que o produto será vendido para o consumidor final. Dessa forma, o último revendedor não precisa recolher o ICMS, já que o imposto já foi pago no início da cadeia produtiva”.

Deputado estadual Giuseppe Riesgo (NOVO), em artigo sobre a burocracia no Rio Grande do Sul (AQUI).

  1. “Como efeito desse ajuste no Plano Diretor, deveremos ter, até o final deste ano, a realização de duas grandes obras que causarão um grande impacto na nossa cidade: a reforma completa do Calçadão Salvador Isaia e a construção das novas capelas velatórias junto ao Cemitério Ecumênico Municipal”.

Prefeito Jorge Pozzobom (PSDB), em artigo sobre parcerias que garantem investimentos na cidade (AQUI).  

  1. “Somente teremos o número exato quando a lei entrar em vigor e começarem os cadastramentos. Ressaltamos que pode acontecer de muitos motoristas que estão cadastrados hoje não se encaixarem nas exigências do regramento pretendido, que ainda pode sofrer alterações na Câmara de Vereadores”.

Secretário interino de Mobilidade Urbana, Rodrigo Teixeira, explicando que, por enquanto, não é possível calcular quanto a regulamentação do serviço de motoristas por aplicativos irá gerar aos cofres públicos (AQUI).

  1. “Reitero aqui o que me foi negado pelo maior veículo de comunicação de impressa de Santa Maria. Jamais comprei, vendi, negociei ou participei de qualquer negócio envolvendo arroz com produtores de São Borja ou de qualquer lugar. A tentativa de envolver meu nome é fantasiosa, leviana, irresponsável e criminosa”.

Deputado federal Paulo Pimenta (PT), em artigo no qual critica matéria do jornal Diário sobre o polêmico caso envolvendo arrozeiros de São Borja (AQUI).

  1. “Apenas uma pergunta: a viagem tem somente esse objetivo? A mesma será através da Câmara de Vereadores de Santa Maria?”.

Ian Brites, leitor do site, questionando o vereador Manoel Badke – Maneco (DEM), se o motivo da viagem a Brasília, nesta semana, visa apenas agradecer ao chefe da Casa Civil no governo Bolsonaro, Onyx Lorenzoni (DEM), os R$ 50 milhões liberados para equipar o Hospital Regional.

  1. “No retorno darei a resposta. Talvez Santa Maria não ganhe mais recursos por ter pessoas que façam esse tipo de questionamento”.

Vereador Manoel Badke – Maneco (DEM), em resposta ao questionamento de Ian Brites.

  1. “A Ministra Damares disse que dentro de sua concepção cristã, a mulher deve ser submissa ao homem no casamento. Se essa frase, que dói aos ouvidos, fosse dita há uns 70 anos, por minha avó, a minha mãe, eu poderia entender, dentro do contexto histórico da época, da sociedade patriarcal em sua glória, etc, etc. Mas hoje NÃO!”.

Diretora de Relações Institucionais, junto à Chefia de Polícia do Rio Grande do Sul, Débora Dias, em artigo sobre opinião da ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves (AQUI).

  1. “Entre as diversas reivindicações colhidas lá, quatro são centrais: a defesa da inclusão da Faixa Nova de Camobi no projeto de duplicação; a ampliação das audiências sobre o tema; a definição de uma política de isenção de cobrança para comunidades que sediarem praças de pedágio; e a ampliação da discussão sobre a quantidade de praças de praças de pedágios que serão instaladas no trecho concedido”.

Deputado estadual Valdeci Oliveira (PT), em artigo sobre audiência pública para duplicação da RSC 287 (AQUI).

  1. “É a estatística, são números reais, é o retrato do trabalho no Brasil. Não é à toa que o Ministro da Economia pretende mexer na metodologia do IBGE. Certamente não é para melhorar a vida do trabalhador, mas para criar a ilusão de um cenário bonito, ao gosto de uma maioria que não enxerga, ao seu redor, a precariedade do palco, das cortinas e da parca iluminação”.

Professor Orlando Fonseca, em artigo sobre o 1º de maio (AQUI).



2 comentários

  1. O Brando

    Mourão largou um ‘eu não estou no sapato dele’, um anglicismo, muita gente não pescou. Questão dele amainar alguns assuntos também não tem tanta importância, ele até participa do processo decisório, mas quem decide é o B17. Ou, para quem não entendeu ainda, pode ser cortina de fumaça.
    Riesgo fala do bom e velho imposto de fronteira que os comerciantes querem que acabe; só que o governo não pode abrir mão da arrecadação. Não é só ‘burocracia’.
    Prefeitura com olho grande em cima dos motoristas de aplicativos. Como os motoristas de ‘carros executivos’ bem sabem, fiscalização é capenga. Logo os motoristas de aplicativos irão fazer um calculo econômico para ver se vale a pensa o cadastramento.
    Opinião é da delegada ou da polícia civil?

  2. O Brando

    Valdeci quer aumentar o serviço e diminuir a arrecadação. O que pode dar errado?
    Tem gente que, patética não é a palavra correta, mostra-se bastante peculiar. Com a quantidade de informações que existem, difícil é ser enganado. Senão vejamos, ministro da economia mexeu no Censo. Desemprego tem a ver com a Pesquisa Nacional por Amostra por Amostra de Domicílios que, como o nome indica, é outra coisa. E B17 criticou o IBGE: ‘Vou querer que a metodologia para dar o número de desempregados seja alterada no Brasil. O que está aí é uma farsa. Quem recebe Bolsa Família é tido como empregado, quem não procura há mais de um ano é tido como empregado, quem recebe seguro-desemprego é tido como empregado’.

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