VAZAJATO. Sérgio Moro, após papo com senadores, é convidado para falar para deputados federais, na terça

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Em debate no Senado, na última quarta-feira, ex-juiz Sérgio Moro negou conluio com Ministério Público em sentenças da Lava Jato

Da Agência Câmara de Notícias, com foto de MARCELO CAMARGO (Agência Brasil)

As comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público e de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados devem ouvir, em sessão conjunta, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, na próxima terça-feira (25). A vinda do ministro foi proposta pelos deputados Marcio Jerry (PCdoB-MA) e Rogério Correia (PT-MG), vice-líderes dos respectivos partidos.

Moro é convidado e, por isso, não é obrigado a comparecer.

Desde o último dia 9, o site The Intercept Brasil tem publicado mensagens supostamente trocadas entre Moro e o procurador-chefe da Lava Jato, Deltan Dallagnol, que lançam suspeitas sobre a imparcialidade do então juiz Moro na operação.

Rogério Correia alega que as mensagens divulgadas mostram que Moro orientou os procuradores da República em diversas fases da Lava Jato, o que não é permitido por lei, ferindo o princípio da imparcialidade previsto na Constituição Federal e no Código de Ética da Magistratura.

“Nas mensagens o então juiz federal foi muito além do papel que lhe cabia. Moro sugeriu ao procurador que trocasse a ordem de fases da Lava Jato, cobrou agilidade em novas operações, deu conselhos estratégicos e pistas informais de investigação, criticou e sugeriu recursos ao Ministério Público e deu broncas em Dallagnol como se ele fosse um superior hierárquico dos procuradores e da Polícia Federal”, critica Correia.

No Senado
Na última quarta-feira (19), Moro esteve no Senado falando sobre as mensagens e rebateu a acusação de que agiu de forma parcial na operação Lava Jato com números. Segundo ele, foram 90 denúncias, 45 sentenças e 44 recursos interpostos pelo Ministério Público. De 291 acusados, 211 foram condenados e 63 absolvidos, o que demonstra não ter havido convergência de ações.

A audiência com Moro está marcada para as 10 horas, no plenário 12.

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