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COLUNA OBSERVATÓRIO. De repente, aquele lado, digamos, “espiritual”, perdeu parte de sua relevância

Não custa lembrar

Em 2 de setembro de 2000:

“Para tentar garantir um lugar na cadeira principal do Centro Administrativo a partir de 1o de janeiro, pelo menos quatro dos cinco candidatos fazem de tudo. Vão a centro espírita, terreiro de umbanda, igreja evangélica. Templos os mais diversos estão na agenda. E sempre há uma velinha guardada para todos os santos. É um ecumenismo fantástico. Isso no plano espiritual. Já em terra enfrentam barro, chuva, sol, cachorro brabo e até eleitor brabo. Isso sem falar nos jantares. Há quatro ou cinco… por noite. Para não desgostar o eleitor, algo deve ser engolido ao menos. E viva o colesterol. Cá entre nós, há uma certa dose de heroísmo nesses cidadãos.”

Hoje:

O título da nota nesta coluna há exatos 12 anos era “Vale tudo. Mas tudo mesmo.” A eleição era a mesma, para prefeito e vereador. Quem se elegeu, então, foi Valdeci Oliveira (PT), que quatro anos depois veria seu mandato renovado pela população. Mas, o que mudou, de lá para cá, em relação ao publicado?

Os jantares continuam. Talvez em número até maior. Assim como segue a briga constante para não elevar o colesterol ruim. Mas há uma mudança interessante: a questão, digamos, espiritual deixou de ser assim tão relevante. Ou continua importante, mas os candidatos não fazem propaganda dela. Talvez esteja aí a diferença: agora é tudo menos barulhento. Será?

 

 

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