CRÔNICA. Pylla Kroth e férias. Que são muito boas, claro, mas não é nelas que se encontrará a felicidade

CRÔNICA. Pylla Kroth e férias. Que são muito boas, claro, mas não é nelas que se encontrará a felicidade

CRÔNICA. Pylla Kroth e férias. Que são muito boas, claro, mas não é nelas que se encontrará a felicidade - pylla-chamada-1“…Pensando bem, sou eu quem escolho minha comida, minha roupa, meu cabelo, minha barba, escada ou elevador, o filme no Netflix, o jogo na TV, e também escolho se quero guardar mágoas, perdoar, amar, ser feliz. Até a morte podemos escolher, seja numa tacada ou em doses homeopáticas diárias, mas existem coisas sobre as quais não temos o poder de escolha e a primeira é parar o tempo, parar de envelhecer, a outra, amadurecer. Todos nossos órgãos têm prazo de validade, podemos apenas dar umas recauchutadas, seja seu dono quem for, pobre ou rico, se passou suas férias no Passo do Verde ou em Cancun…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “Tempo? Presente, ainda!”, de Pylla Kroth. O autor  é considerado dinossauro do Rock de Santa Maria e um ícone local do gênero no qual está há mais de 34 anos, desde a Banda Thanos, que foi a primeira do gênero heavy metal na cidade, no início dos anos 80. O grande marco da carreira de Pylla foi sua atuação como vocalista da Banda Fuga, de 1987 a 1996. Atualmente, sua banda é a Pylla C14. Pylla Kroth escreve semanalmente neste espaço.

OBSERVAÇÃO DO EDITOR: a imagem que ilustra esta nota é uma reprodução de internet.



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