Dois minutos... - por Orlando Fonseca

CRÔNICA. Orlando Fonseca e o hecatombe em 2 min

CRÔNICA. Orlando Fonseca e o hecatombe em 2 min - DoomsdayClock_black_2.5mins_regmark-1“… para o Apocalipse. No imaginário mítico mundial, em algum momento haverá o que a Palavra Sagrada anuncia com aquele nome agourento. Uma catástrofe total, um abalo de dimensões continentais, uma guerra – seria o Armagedon, segundo o mesmo Livro – com a totalidade das nações, querendo ou não lutar umas com as outras; uma destruição definitiva de tudo o que chamamos Terra. É o fim do mundo – ao menos deste lugar no universo que chamamos nosso – o que tratamos como o mundo, o Planetinha Azul que nos tem abrigado por milênios. Pois se você não sabe, segundo o Relógio do Juízo Final, faltam apenas dois minutos para essa hecatombe.

Antes que o leitor me tome como alarmista, é bom esclarecer que o tal Relógio existe mesmo, e está funcionando. Trata-se do nome dado ao índice de risco global publicado no Bulletin of the Atomic Scientists, lançado em 1945 pelos criadores da primeira bomba nuclear. Seus ponteiros marcam apenas a hora H. Há dois anos o relógio foi ajustado para dois minutos e não mudou nada de lá para cá. O que levou os cientistas a confirmarem, agora, aquele ajuste. Até 1947, quando esse organismo foi criado, a humanidade não tinha forma de se destruir por completo…”

 

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “Dois minutos…”, de Orlando Fonseca. Orlando é professor titular da UFSM – aposentado, Doutor em Teoria da Literatura, PUC-RS, e Mestre em Literatura Brasileira, UFSM. Exerceu os cargos de Secretário de Cultura na Prefeitura de Santa Maria e de Pró-Reitor de Graduação da UFSM. Escritor, tem vários livros publicados, foi cronista dos Jornais A Razão e Diário de Santa Maria. Tem vários prêmios literários, destaque para o Prêmio Adolfo Aizen, da União Brasileira de Escritores, pela novela Da noite para o dia, WS Editor; também finalista no Prêmio Açorianos, da Prefeitura de Porto Alegre, pelo mesmo livro, em 2002.



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